Abril – Trabalho apostólico | Oração

01 – Trabalhemos todos da maneira e com a intensidade que Deus quer; Ele sabe muito bem coordenar as nossas fadigas para os seus desígnios. (L 22).

02 – Trabalha, trabalha para o melhoramento da juventude: também o pouco é alguma coisa e, em nossos dias, barrar o mal já é um grande bem. (L 28).

03 – Ah! pobre juventude, tão abandonada e descuidada; pobre geração em crescimento, deixada por demais à própria sorte e ainda muito caluniada ou, pelo menos, duramente julgada em tuas leviandades e em tua generosidade desregrada, naquela necessidade de ação mal desenvolvida, com afetos mal orientados, razão pela qual, sem culpa totalmente tua, te afastas do caminho reto! Pobre juventude! Rezemos mui particularmente por ela. (L 29).

04 – Situação diferente, possibilidade diferente de fazer o bem, maneira diferente de acumular merecimentos. (L 22).

05 – Não há tempo nem lugar onde não seja possível fazer alguma coisa. Cada palavra, cada passo, cada desejo, pode ser a matéria prima dos interesses de Jesus. (L 76).

06 – Uma boa palavra vale um tesouro e o Senhor jamais deixa sem recompensa a mais insignificante ação feita para a sua glória em favor do próximo. (L 28).

07 – São muitos os tipos de pregação: em nossa casa às visitas; na casa dos doentes às pessoas sadias; pelas ruas às crianças; aos adultos onde possível; a todos em toda parte, com os olhos, com a boca, com a pessoa toda, com o infalível “imitatores mei estote” sede meus imitadores e “luceat lux vestra” resplandeça a luz de vossas boas obras. (L 23).

08 – Um pregador que tenha as disposições pessoais e a missão dos superiores, tem também o auxílio de Deus, com o qual tudo dá certo. (L 35).

09 – Lembra-te de buscar o segredo da tua eloqüência na caridade. (L 23)

10 – Plantemos, reguemos, mas sobretudo tenhamos os olhos constantemente fixos no grande Astro divino, do qual desce o calor benéfico da fecundação sobrenatural. (L 29).

11 – Aniversário da aprovação da Congregação pela Santa Sé (1909).
Peçamos com insistência Àquele que, segundo os seus planos, dará incremento às obras de seus ministros. (L 29).

12 – Rezemos! Hoje em dia a oração tornou-se o maior e mais poderoso apostolado. (L 22).

13 – Reze, reze e reze! Não sei recomendar-te outra coisa, pois sei que o demônio nos tenta mais do que nunca e nos agride por toda parte. Não há melhor maneira de vencê-lo. (L 33).

14 – Qualquer outro meio de defesa pode tornar-se arma de ofensa quando não sabemos fazer uso prudente dele: mas este da oração humilde e perseverante não falha nunca. (L 33).

15 – Rezemos muito e de coração, rezemos mesmo sem sentir gosto, rezemos inclusive na aridez de espírito! Rezemos ao bom Deus para que nos ensine a amá-lo e que ponha, finalmente, um termo à nossa falta de fervor. (L 33).

16 – Nossa boca esteja sempre repleta dos louvores de Deus, começando aqui na terra o hino de louvor e de ação de graças que esperamos continuar eternamente no Céu. (S 355).

17 – A comunhão da oração, depois da Eucaristia, é o ponto de fé mais consolador da oração do Creio. Todos os demais nos fazem temer: este, ao contrário, coloca em nossas mãos um meio poderoso para fazer violência, por assim dizer, à misericórdia de Deus. (L 7).

18 – Sirvamo-nos deste grande meio que é a oração recíproca! Entrelacemos as nossas orações e que o Anjo do perdão as leve em conta no tremendo livro da purificação. (L 7).

19 – Não temos por acaso um meio magnífico para nos unirmos em colóquio mediante a oração mútua, que fazemos como bons colegas de ministério, quando vamos em audiência com o Rei da Glória imortal? (L 34).

20 – A solidariedade das boas obras, em nós sacerdotes, é o único recurso que ainda nos resta, nestes tempos em que a nossa esfera de ação é tão limitada! (L 22).

21 – Reforçar o vínculo da união entre os bons, à medida que se vai afrouxando entre os maus, é uma compensação que se tornou necessária pelos acontecimentos. (L 64).

22 – As forças internas da Igreja se multiplicam na razão inversa dos recursos externos. (L 19).

23 – Rezemos, e rezemos muito! Os tempos se tornam cada vez mais turvos e escabrosos. Os interesses individuais e particulares devem ceder lugar aos interesses gerais da mãe Igreja. (L 31).

24 – Peçamos ao Senhor que nos ilumine para fazermos a sua Vontade. (L 194).

25 – Bendito seja Deus que torna férteis os campos, e seja duas vezes bendito quando, castigando os pecados, também faz despertar nos corações a fé e a piedade. (L 214).

26 – Numa espantosa variedade de modos se destrói o Reino de Deus. Esforcemo-nos para fazer em toda parte o nosso trabalho de restauração com o auxílio do Céu. (L 76).

27 – É preciso voltar ao catecismo, o livro por excelência, que contém uma verdade, um conselho, um ensinamento para todos: aos reis ensina a arte de governar e ao povo delineia os princípios de igualdade e de liberdade; ao poder legislativo fornece os critérios da legislação; orienta o funcionário na administração dos bens públicos; aponta aos magistrados os caminhos da justiça; revela ao operário a honestidade no trabalho; garante ao rico seus direitos de propriedade e ao pobre assegura o pão cotidiano da caridade. (L 25).

28 – O catecismo é o livro por excelência. Bem vulgar seria quem o quisesse taxar de vulgaridade. Este livro revela com eficácia admirável toda a utitlidade da religião e faz de um garoto de dez anos um pensador profundo, que possui todos os grandes princípios da verdadeira filosofia e está à altura de discorrer a qualquer momento sobre a essência e os atributos de Deus, falando sem confusão da Unidade e da Trindade, da geração e da procedência das Pessoas Divinas, que conhece a gênese do mundo, a queda do homem, a vinda do Restaurador, a necessidade da graça e os meios que a difundem, o sacramento da reconciliação e a comunhão da oração. Sem dúvida alguma, nenhum filósofo poderá encarar um menino cristão na exposição exata das grandes verdades que constituem o patrimônio da nossa religião. (L 25).

29 – O mundo sofre por falta de fé, de esperança e de caridade. (L 25).

30 – Vale mais um pensamento de caridade que se desenvolve no coração do nosso Cottolengo do que mil projetos filantrópicos que se procura promover à custa de milhões espremidos das veias do povo. (L 76).