Agosto – Vontade de Deus | Sacrifício | Compromisso

01 – Façamos com paciência o nosso trabalho, esperando a carta de “dispensa”, que nos dará o direito de voltar à terra natal, ao seio da família, à casa do Pai, que está nos Céus. (L 36).

02 – Tu deverás ficar contente com o papel que o Senhor te conceder aqui na terra, com a confiança de que, graças à ajuda divina, te será fácil desempenhá-lo de maneira que possas merecer uma grande recompensa no Céu. (248).

03 – Conformidade total com a vontade de Deus: eis o grande meio para progredir no caminho da perfeição; mas, por sua vez, esse meio torna-se o fim com relação aos meios que devemos utilizar para obtê-la. (L 52).

04 – Concedamos sempre a vitória a Deus, mesmo quando isso repugna ao nosso amor próprio. E, se nem sempre podemos sentir nisso aquela doçura e aquela paz que o sacrifício cumprido traz consigo, supra a isto a fé e, voltando o nosso olhar para o Céu, exclamemos: Paraíso! Paraíso! (S 234).

05 – Acima de tudo considera sempre que tu estás fazendo a vontade de Deus, alinhando a proa da tua embarcação para onde aponta o capitão do leme. (L 83).

06 – TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR JESUS CRISTO.
Abracemo-nos em Cristo e, no momento de nos juntar a Ele na união mística da Eucaristia, transfiguremo-nos. (L 11).

07 – Exclamemos sempre harmoniosamente: “Fiat voluntas Dei in omnibus”: Seja feita a vontade de Deus em tudo e, por enquanto, meditemos sobre os fatos que vão acontecendo com a permissão divina. (L 234).

08 – Vivamos o dia a dia, esforçando-nos para reconhecer em cada acontecimento a vontade de Deus Nosso Senhor. (L 68).

09 – Nem sempre é o fogo que faz avermelhar a grelha! (L 157).

10 – Quando algum de nós tiver a tentação de descer de sua grelha ou de trocá-la, lance um olhar às grelhas dos outros, mais quentes, e alto lá: quando muito, mudar de lado. (L 157).

11 – Quando estivermos angustiados, procuremos fazer aquilo que aconselharíamos aos outros. (S 193).

12 – Pensemos no prêmio sublime com que Deus quer recompensar os nossos pequenos sacrifícios e nos sentiremos mais fortes para aguentar a luta. (S 234).

13 – Encorajemo-nos, pois um dia todos os nossos sofrimentos e amarguras se transformarão em outras tantas consolações: por enquanto nos ajudam a viver aqui o nosso purgatório, para que, depois da morte, possamos voar imediatamente para o Céu. (S 234).

14 – Quando a mortificação nos custar, digamos a nós mesmos: o Paraíso é sublime! (S 175)

15 – Assunção da Bemaventurada Virgem Maria – Aniversário da Crisma de São José Marello (1855).
Os sofrimentos são o começo da união com o Amor Eterno, mas somente a morte pode torná-la perfeita e indissolúvel. (L 232).

16 – Uma vez fixada a meta, ainda que o céu venha abaixo, é preciso olhar lá, sempre lá. (L 10).

17 – Saber coordenar todos os nossos pensamentos, todos os nossos afetos, todas as nossas energias numa ideia fixa: viver nessa ideia, apaixonarmo-nos por ela, sublimarmo-nos nela. (L 9).

18 – O entusiasmo juvenil, como o éter, quando deixado em vaso aberto, volatiliza-se e se dispersa. Não devemos confundir a vontade passageira, por isso insuficiente, com a vontade permanente, que é eficaz. (L 10).

19 – Quem é vacilante nas convicções será sempre fraco e incapaz. Ao inverso, é preciso crer sempre, com equilíbrio, com inteligência e com firmeza. (L 10)

20 – As grandes inteligências de nada valem. São os homens de caráter que abalam o mundo. (L 10).

21 – A decadência moral das nações depende, em grande parte, da posição liberalizante da mulher na sociedade. Ressurja nelas, por um instante, a consciência da antiga dignidade, e com as moças honradas, com as esposas fiéis, com as mães educadoras, veremos surgir uma geração de jovens estudiosos e honestos, de esposos virtuosos e amantes do lar, de pais de família exemplares. (L 5).

22 – Como os fluidos, o homem pode elevar-se, pois tanto se pode quanto se quer, e tanto se quer quanto se sabe. (L 9).

23 – Antes de tudo, se quisermos possuir a potência e a fortaleza necessárias para o nosso propósito, deveremos buscar a nossa força no Céu. (L 9).

24 – Sem fé não pode haver caridade, sem caridade não pode haver nada, absolutamente nada. Portanto: “renovamini spiritu, etc…”: renovemos o nosso espírito a cada dia, a cada hora. (L 9).

25 – Trata-se de combater sem trégua o espírito de relaxamento que tenta intrometer-se em tudo. Ele destrói fatalmente os melhores projetos e os mais nobres propósitos. Querer sempre, custe o que custar! (L 9).

26 – Nós contra nós mesmos: o “eu” bom que combate o “eu” mau; o “eu” de um instante, mas de um instante sublime, que se levanta para combater o “eu” de todas as horas, o “eu” do passado, o “eu” do velho sistema: é o “eu” que quer uma vez por todas, mas que se multiplica a cada instante naquele ato de vontade eficaz. (L 9).

27 – Vontade: este é o nosso lema; mas aquela vontade íntegra, eficaz, infalível, que, no dizer de Dante, “… tenne Lorenzo in su la grada, e fece Muzio alla sua man severo: manteve Lourenço sobre a grade ardente e fez Múcio castigar a própria mão”! (L 9).

28 – Trabalho e boa vontade e o passado nos poderá servir de lição para o futuro. (L 9).

29 – O potencial do homem é indefinido; tudo depende do valor do coeficiente: dois fatores que se multiplicam, que se fundem e que se transfiguram num grande produto. (L 9).

30 – Cristo é um coeficiente infinito em nossos corações… E nós, pobres cifras do nada, podemos multiplicar-nos, aos poucos, até à grandeza dos valores infinitos. (L 11).

31 – Se Gregório VII, filho de um pobre fabricante de barris, conseguiu revolucionar o mundo e fundar uma civilização nova sobre as ruínas do barbarismo, foi porque sentia o poder da “combinação” diária com o seu Deus, razão pela qual se tornava, de simples que era, homem de uma têmpera divina. (L 9 ).