Dezembro – Defeitos | Progresso espiritual | Correspondência

01 – Consolemo-nos por nos acharmos na impossibilidade de pagar as muitas dívidas contraídas com Jesus, pois esse pensamento servirá para nos manter na humildade e para nos fazer sentir uma gratidão sempre mais viva para com o celeste Credor.(S 235).

02 – Humilhemo-nos ao considerar os nossos defeitos, mas por outro lado alegremo-nos com a bondade e a misericórdia de Jesus que nos quer perdoar: alegremo-nos com as dívidas de gratidão que nos unem cada vez mais intimamente a Ele. (S 234).

03 – Deus faz sempre o que é melhor para nós. (S 176).

04 – As contrariedades e os sofrimentos que nos perturbam são como tantas outras cruzes sobre as quais está escrito o nome de Jesus. (S 209).

05 – A experiência nos ensina todos os dias: nas obras, ficamos sempre abaixo do que prometemos em palavras. (L 8).

06 – Quanto mais se vê, mais se aprende. A vida é um álbum cheio de fotografias em tamanho natural. (L 15).

07 – As coisas vistas por cima e naquela luz na qual na qual as nossas idéias preconcebidas no-las mostram, são julgadas de uma maneira; mas vistas e examinadas melhor de perto, devem ser julgadas posteriormente de outra maneira. (L 239).

08 – IMACULADA CONCEIÇÃO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA.
Peçamos a Maria, concebida sem pecado, que nos torne imaculados.(S 194).

09 – Oh! Quanto maior bem tem sido feito nas Congregações religiosas justamente porque os Fundadores, seja pelas regras, seja pela sensatez dos superiores animados pelo seu espírito, souberam moderar com sabedoria os impulsos de zelo de cada religioso. (L 176).

10 – De vossa parte, fazei tudo o que puderdes para vos manterdes sempre com a vontade firme de servir unicamente a Deus, e Ele vos concederá vitória sobre todos os vossos inimigos. (S 355).

11 – Um único bom propósito, fecundado, bem examinado, enriquecido, sempre lembrado, serve a vida toda para fazer o bem. (S 35).

12 – A repugnância ao bem é um efeito da nossa natureza que nos impele ao mal, e tu sabes que temos três inimigos constantemente em guerra contra nós: o demônio, o mundo e a carne; ninguém pode escapar de suas perturbações; mas também ninguém, que esteja unido a Deus, poderá ser vencido. (L 88)

13 – Faz todos os teus trabalhos com o desejo no fundo do coração de colocar neles todo o fervor de que és capaz, e não te espantes com a repugnância (que não se deve confundir com a falta de entusiasmo) que podes experimentar mesmo nas ações mais santas; ou melhor, ao concluí-las, dá graças ao Senhor, por teres, na tua miséria, conseguido fazer tanto, graças à sua ajuda. (L 88).

14 – Reaviva a fé naquele que, recomendando-nos de fazer o bem, depois sempre se alegra até mesmo com o desejo de o ter feito. (L 88).

15 – Diz ao Senhor: Eu sou inteiramente vosso, e não quero outra coisa senão que em mim seja feita a vossa santa vontade: ainda que à custa de sacrifícios, ainda que eu seja privado de consolações, ainda que repleto de aflições, estou pronto para tudo, Senhor: fazei de mim o que quiserdes. (S 237).

16 – Marquemos, passo a passo, o nosso progresso espiritual, sem nunca desanimar com as nossas quedas: ergamo-nos sempre com coragem, retomando novas forças para prosseguir a caminhada em direção ao Céu. (S 210).

17 – Humilha-nos muito dever admitir que sempre recaímos nos mesmos defeitos e que, nas mesmas circunstâncias, não conseguimos vencer a nós mesmos, mas essa humilhação já nos serve de punição. (S 202).

18 – O nosso arrependimento seja calmo e tranquilo, de modo que, ao nos fazer tomar consciência do mal que fizemos, nos dê ânimo para voltarmos ao bom caminho. (S 202).

19 – Ao cair em alguma falta, procuremos levantarmo-nos logo, mas não nos apoiemos em nossas forças, que não nos poderiam sustentar, mas naquela mão piedosa que Deus nos estende com tanto carinho. (S 203).

20 – É natural que sintamos vergonha de nossas faltas e, depois de uma queda, quase já nem ousamos mais dirigirmo-nos a Deus. Enchamo-nos de coragem! Deus é tão bom!… Aquele Jesus que, esquecendo as ofensas dos apóstolos, levou-lhes a paz depois da sua ressurreição, trará a sua paz também ao nosso coração humilhado e angustiado. (S 205).

21 – Não nos amedronte o pensamento da nossa insignificância; ela deve ser para nós motivo de maior confiança naquele que se constituiu suplemento a tudo e a todos. (L 8).

22 – Coisa maravilhosa é o correio! Ele nos une em espírito às pessoas mais queridas; ele nos proporciona momentos divinos; oferece-nos ocasião de trocar, a nosso bel prazer, suaves e ternas palavras de amizade; oferece-nos os meios para transmitir todos os sentimentos e todas as pulsações do nosso coração. (L 3).

23 – Oh! Sirvamo-nos desta divina mensageira, que é a correspondência; sirvamo-nos dela para comunicar reciprocamente as alegrias e as dores, para rir e para chorar juntos, para colocar em comum nossas esperanças e nossas preocupações, para nos corroborar, com encorajamento recíproco, no árduo caminho da virtude. (L 3).

24 – Façamos uns aos outros votos de Feliz Natal e Feliz Ano Novo, mas deixemos que o Bom Jesus os realize naquele modo e naquela medida que ele sabe serem mais convenientes para a sua glória e para o nosso proveito espiritual. (L 244).

25 – NATAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO.
Queremos que seja ouvido o desejo no qual redundam todos os demais: “Salvator noster, salva nos: Salvador nosso, salvai-nos!” (L 244).

26 – SANTO ESTÊVÃO – ANIVERSÁRIO DE NASCIMENTO E DE BATISMO DE SÃO JOSÉ MARELLO (1844).
Desejo-lhes uma palma gloriosa no Paraíso, num trono bem próximo à nossa Mãe, Maria Santíssima e ao nosso amável padroeiro São José. (S 359).

27 – Amemo-nos. São João Evangelista, velho e incapacitado para o ministério, fazia-se carregar nos braços pelos discípulos e não se cansava de repetir estas palavras: “Diligite vos alterutrum, ut salvemini: Amai-vos uns aos outros para que possais salvar-vos!” (L 8).

28 – Peçamos aos Santos Inocentes para que nos alcancem a graça de padecer aquele martírio lento, de cada dia, que nos causa o amor próprio ferido. (S 196).

29 – O menino Jesus segura em suas mãozinhas muitas pequeninas cruzes que deseja distribuir aos seus adoradores mais queridos; aceitemos também nós a nossa parcela. Essas cruzes, colocadas ao lado da sua, não são mais cruzes, porque Jesus as torna doces e suaves com o seu amor inefável. (S 217).

30 – Associemos ao abundante, precioso e real derramamento de sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo o pobre derramamento místico do nosso sangue que jorra do coração nas horas de sofrimento; e este, que é pobre, insignificante e miserável, se tornará rico, abundante e precioso aos olhos de Deus. (S 230).

31 – Desejo a todos vocês uma coroa resplandecente de pérolas preciosas, trabalhadas aqui na terra no crisol do sofrimento e da provação. E faço votos que ninguém falte ao encontro feliz onde todos nos encontraremos aos pés do Altíssimo para cantar o hino de louvor eterno e de eterna gratidão. (S 359).