Junho – Caridade | Espírito Santo

01 – Quando sentimos o coração duro e irritável, vamos buscar um pouco de doçura no Coração de Jesus. (S 176).

02 – É preciso ser fortes e afáveis, como São Francisco de Sales. (S 174).

03 – A nossa bondade não deve ser exclusivista, carrancuda e indiscreta, como a daqueles que gostariam que fossem todos como eles. A verdadeira santidade deve ser afável, tolerante, universal, multíplice; deve estender-se a todas as pessoas, acomodar-se a todos os estados e a todas as condições, e não se limitar à esfera de uma bondade exclusiva e construída à nossa maneira, não conforme ao espírito de Jesus. (S 329).

04 – É a caridade que deve predominar sobre todas as nossas ações: ela consolida a fé, aumenta a esperança e nos une mais intimamente a Deus. (S 202).

05 – A respeito da caridade, devemos ser ternos e simples como crianças. (S 195).

06 – A caridade é o vínculo da unidade. (L 76).

07 – Em sua generosidade, muitas vezes Deus prefere ficar na retaguarda e estender a mão aos outros, fazendo passar os atos de caridade à frente daqueles de piedade, ou ainda se digna atribuir aos primeiros o valor e o merecimento dos segundos. (L 202).

08 – Quando se deve corrigir alguém, é preciso antes invocar o Espírito Santo, em seguida dizer com fineza a coisa, de maneira que se saiba que não é o amor próprio que nos motiva, e sim o desejo de que todos sirvam fielmente a Deus. (S 196).

09 – Não se deve mover a língua, o coração ou o pé sem antes invocar o Espírito Santo. (S 173).

10 – Invoquemos sempre o Espírito Santo em cada ação nossa! Invoquemo-lo para que Ele seja a nossa alegria, o nosso sustentáculo e o nosso guia seguro para o Céu. (S 347).

11 – Às vezes Jesus se afasta de nós para que não nos apeguemos demais às alegrias sensíveis. Mas, ao afastar-se, nos envia o Espírito Santo, o Espírito Consolador, que nos sustenta, ajuda, conforta e, embora não o vejamos com os sentidos, todavia experimentamos seus bons e salutares efeitos. (S 346).

12 – Não nos cansemos de invocar o Espírito Santo e de suplicar-lhe, sem cessar, que venha morar em nós e em nós fixar duradoura morada. (S 348).

13 – Quando o Espírito Santo nos vê definhar em nossa fraqueza, logo se insinua em nosso coração e, com santas inspirações, com luzes celestiais, com movimentos internos, procura despertar-nos, reforçar a nossa fé, dilatar o nosso coração, devolvendo a paz e a alegria à nossa alma. (S 346).

14 – Vinde, Espírito de verdade, iluminar as nossas mentes! Vinde, Espírito de alegria, consolar os nossos corações! Vinde, Espírito de piedade, despertar em nossas almas sentimentos vivíssimos de amor a Jesus! (S 347).

15 – O triunfo de luz, de cantos, de perfumes e de mil coisas lindas que envolvem, por uma hora, o Rei da glória, simboliza as festas triunfais com que Jesus é glorificado continuamente por uma alma eleita. (L 190).

16 – Sente-se um aperto no coração ao pensar na multiplicação dos roubos sacrílegos e na incapacidade de erguer uma barreira contra tanta impiedade. Pobre Jesus, perseguido, desprezado, despojado até no pacífico refúgio do Sacrário. (L 209).

17 – Como um dia no Calvário, assim agora nas igrejas Jesus não quer defender-se de outra maneira senão com a força do amor, e tolera sempre as violências dos bandidos para ceder lugar à caridade das almas piedosas das quais espera conforto e reparação. (L 209).

18 – Não devemos servir o Senhor pelas consolações e pela satisfação que sentimos, mas para honrá-lo e consolá-lo. (S 359).

19 – Também nas coisas do espírito saibamos contentar-nos com o que Deus crê seja melhor conceder-nos, sem nos apegar demasiadamente ao fervor sensível ou ambicionar consolações espirituais. (S 359).

20 – Seja qual for o caminho pelo qual o Senhor nos conduza, se lhe formos sempre fiéis, nos encontraremos um dia no Paraíso, onde teremos acumulado numerosos merecimentos e glória, e tanto mais nos regozijaremos e nos deliciaremos em Deus, quanto menos tivermos desfrutado de suas consolações aqui na terra. (S 359).

21 – Procuremos também nós imitar São Luís Gonzaga, este grande santo que, mais que criatura desta terra, poderia ser chamado Serafim do céu. E nós, se não pudermos imitá-lo nas virtudes extraordinárias que praticou, imitemo-lo ao menos nas virtudes ordinárias e comuns. (S 237).

22 – Não podemos duvidar do amor de Jesus por nós; então, coragem! (S 359).

23 – Somos soldados de Jesus Cristo e, como tais, devemos, em algumas circunstâncias, demonstrar o nosso valor e a nossa coragem em defender a sua e nossa causa. Mas isso deve ser feito sempre com prudência e com o único fim de buscar a glória de Deus. (S 233).

24 – Nem a altura do cargo, nem a grandeza e a nobreza das pessoas, nem mesmo os honrados cabelos brancos deverão nos impor silêncio quando se trata de defender Quem para nós é mais que pai, mãe, irmão, irmã, rei ou príncipe: o próprio Deus, nosso primeiro e único amor, nosso Criador, Redentor e Senhor, o único ao qual queremos servir. (S 234).

25 – Quando se trata de defender a religião, podemos muito bem falar com força e vivacidade, sem por isso faltar com o respeito a ninguém. (S 233).

26 – Guerra à transigência! Quem transige está perdido! (L 9).

27 – Levantemo-nos deste baixo horizonte de pigmeus e ocupemos a posição que nos cabe como ministros de Deus Nosso Senhor. (L 23).

28 – A Igreja possui ainda recursos tais que são capazes de fazer tremer os seus inimigos. (L 18).

29 – Restauremos os lindos tempos da antiguidade, quando o sacerdócio se mostrava venerando aos povos pela vivíssima fé e pela caridade profunda! (L 11).

30 – Solene tumulação dos despojos mortais de São José Marello no Santuário da Casa-Mãe em Asti. (1923).
Atualmente não temos senão um tênue reflexo da fé e da caridade apostólica. São Paulo! Oh! a grande figura típica do Cristianismo! (L 11).