Maio – Maria Santíssima em nossa vida espiritual e apostólica

01 – Festa de São José Trabalhador.
As atividades intelectuais e aquelas manuais sejam equilibradas como dois meios que conduzem ao único fim: o serviço de Deus na imitação de São José. (L 207).

02 – Voltemos neste mês à escola de Maria, nossa Mestra piedosa e guia segura para o Céu. (S 232).

03 – Espelhemo-nos constantemente em Maria, esforcemo-nos para imitar suas virtudes e, como quem contempla um lindo quadro fica arrebatado e encantado com ele e já não pode despregar dele os olhos, assim deve acontecer conosco ao contemplarmos Maria. (S 235 ).

04 – Dilatemos nosso coração e atiremo-nos com terna confiança nos braços de Maria! Ela não nos abandonará. (L 350).

05 – Em todas as vossas necessidades, lançai-vos com plena confiança nos braços de Maria, vossa afetuosa Mãe; porque, embora sejam grandes os perigos e as tentações, vós havereis de sair sempre vitoriosos. (S 353).

06 – À imitação de São João, conservemo-nos sempre unidos a Maria, nossa afetuosa Mãe; sejamos devotos e fiéis a ela, ouçamos assiduamente as suas palavras e façamos dela a Rainha de nossos corações. (S 343).

07 – Devemos olhar sempre para Maria, e ficar constantemente com Ela. (S 188).

08 – Tornemo-nos pequenos discípulos de Maria e peçamos a ela a graça de poder imitá-la; imitar não nas virtudes grandes e sublimes, mas nas virtudes humildes e ocultas, que são próprias de Maria e que tão bem se encaixam na vida comum. (S 232).

09 – Imitemos Maria no seu grande amor ao silêncio, não falando mais do que o necessário. (L 198).

10 – A alma de Maria é um conjunto (complexo) de todas as perfeições, uma harmonia doce e agradável das virtudes mais lindas, de modo que, ao contemplá-la, nos sentamos estimulados a amá-la e a imitá-la. (S 235).

11 – Admiremos a beleza inefável da alma de Maria, a qual não é senão um maravilhoso quadro, formado por pequenos pontinhos, todos perfeitos. A beleza de Maria se compõe justamente de tantas pequenas virtudes, mas todas tão perfeitas que, juntadas em sua formosa alma, conferem-lhe um atrativo irresistível, um encanto celestial. (S 213).

12 – Maria, nós gostamos de vos contemplar no Céu, coroada de glória, Rainha dos Anjos, Soberana entre todos os eleitos, dispensadora de todas as graças! Mas quase nos parece que a grande distância que de vós nos separa, possa constituir obstáculo à vossa compaixão para conosco. Preferimos contemplar-vos na atitude de Rainha das Dores, aos pés de Jesus Crucificado. Achamo-nos num vale de lágrimas e o nosso coração abatido encontra maior conforto em repousar no vosso coração aflito, ó Maria! (S 341).

13 – Maria estreitou-nos todos ao seu peito aos pés da cruz e quanto mais lhe custamos tanto mais Ela resolveu amar-nos: a medida da sua dor foi a medida do seu amor. (S 343)

14 – Maria é a Mãe de Deus. A dignidade de Mãe de Deus tem algo de infinito: nem mesmo os Anjos conseguem compreendê-la; para bem compreende-la, seria necessário antes compreender quem é Deus. Pois bem, a Mãe de Deus é também nossa Mãe! (S 261).

15 – Deus concedeu ao mundo um dom incalculável ao lhe dar Maria. E pensar que, se tivesse sido necessário para a minha alma, Ele a teria concedido a mim somente! (S 193).

16 – A Igreja nos dá Maria Santíssima como guia e mestra e quer que consideremos com freqüência o seu coração, que é como um espelho nítido no qual se refletem todos os afetos de Jesus. (S 341).

17 – Se devemos declarar excomungado quem ousa diminuir a devoção à Virgem Mãe, por outro lado, devemos multiplicar os nossos esforços para divulgar o seu culto. (S 32).

18 – Deus amou tanto Maria e a elevou a tamanho grau de santidade que nós nem o conseguimos compreender! (S 212 ).

19 – Alguns santos Padres disseram que a distância que existe entre nós e Maria Santíssima é infinita. Mas nós a podemos sempre diminuir tornando-nos seus verdadeiros devotos. (S 212).

20 – Maria! Sem vós, Mãe amantíssima, como teremos nós, pobres infantes, coragem de nos aventurar por caminhos desconhecidos? Jesus, Maria, José, Anjos e Santos nossos Protetores, queremos caminhar convosco. Qual é a estrada mais segura? (L 24).

21 – Do Céu, onde está sentada como Rainha, Maria Santíssima nos olha sempre com imenso e suave afeto, tremendo e suspirando por nós; e, como Mãe cheia de ternura, a todos nos escuta para nos introduzir no lindo Paraíso. (L 209).

22 – Fiquemos tranquilos: o Senhor tem seus olhos abertos sobre nós e a nossa Mãe Maria Imaculada está sempre pronta para vir ao nosso encontro na hora do perigo. (S 353).

23 – Maria nos estende sempre sua mão materna para nos socorrer e nos fazer subir mais facilmente ao Céu; outra coisa não nos resta senão aceitar a sua oferta caridosa. (S 212).

24 – Ó Maria, fazei-me todo vosso, para que eu seja todo de Jesus. (S 233).

25 – Procuremos colocar tudo nas mãos de Maria para que Ela tudo apresente a Jesus. (S 193).

26 – Paraíso! Ah! que essa palavra nos comunique aquela serenidade de espírito que transparecia no rosto de São Filipe Néri ao pronunciá-la! (L 52).

27 – São João, o Apóstolo predileto, foi o primeiro membro da família de Maria: ele era virgem, e isso é uma linda prova da predileção de Maria pela virgindade. (S 343).

28 – Há uma virtude que resplandeceu de modo muito particular na Virgem Imaculada, nossa Mãe, uma virtude predileta de Jesus e que também nós devemos possuir, pois ela é o adorno mais lindo da alma: quero dizer a pureza, a virtude com a qual o homem imita os Anjos, aliás, os vence em merecimento, pois eles são puros por natureza, nós por graça: eles, não tendo corpo, são puros por necessidade, nós por vontade, pois nós devemos combater, vigiar, rezar muito e mortificar-nos para obter e conservar essa virtude tão delicada. (S 356).

29 – A santa pureza é guardada pela virtude da humildade, sua irmã. Ah! Ninguém pode ser puro se não for humilde! E a Virgem Santíssima foi enriquecida por uma pureza tão singular e resplandecente porque foi sumamente humilde. (S 358).

30 – São José Marello.
A palma da vitória está no Céu para quem sabe morrer triunfalmente. (L 23).

31 – Que a Mãe Santíssima nos guarde sempre debaixo do seu manto! (L 17).