Março – São José em nossa vida espiritual e apostólica

01 – Vamos parar um pouco para podermos ouvir a voz de São José: estamos no seu lindo mês. (L 208).

02 – São José é sempre o “Dirigente de coro” que dá os tons; embora, às vezes, permite alguma nota desafinada. Neste seu querido mês, porém, quer que todos os acordes fluam certos e melodiosos, de modo que arrebatem o nosso espírito para o alto, onde tudo é harmonia. (L 206).

03 – Diremos ao nosso grande Patriarca: Eis-nos todos para ti e tu sê todo para nós. (L 208).

04 – Tu, ó José, indica-nos o caminho, sustenta-nos a cada passo, conduze-nos aonde a Divina Providência quer que cheguemos. (L 208).

05 – Quer seja comprido ou curto, quer seja bom ou mau o caminho, quer se enxergue ou não a meta com a vista humana, depressa ou devagar, contigo, ó José, estamos certos de que caminharemos sempre bem. (L 208).

06 – Um filho de São José não precisa tanto exibir uma linguagem sofisticada quanto aprender o linguajar dos Santos. (L 225).

07 – Confiemo-nos ao glorioso São José, guia e mestre da vida espiritual, modelo inalcançável de vida interior e escondida. (S 226).

08 – Pediremos a São José que obtenha para todos nós a graça de conhecer e seguir a divina vontade (L 278).

09 – Pediremos a Santa Teresa, a predileta de São José, que faça também de nós os seus prediletos. (L 163).

10 – Ó glorioso Patriarca São José, não te esqueças de nós, que vamos arrastando esta carne miseranda em dura terra de exílio. (L 35).

11 – Tu, ó José, que depois da Bendita Virgem, foste o primeiro a estreitar ao peito Jesus Redentor, sê o nosso modelo em nosso ministério que, como o teu, é um ministério de relação íntima com o Verbo Divino. (L 35).

12 – Tu, ó José, ensina-nos, assiste-nos, torna-nos membros dignos da Sagrada Família. (L 35).

13 – Queira Deus que possamos manter-nos sempre dignos de pertencer à Família bendita de São José e merecedores de receber o sustento diário das mãos do seu Chefe. (L 206).

14 – Aniversário da Fundação da Congregação dos Oblatos de São José (1878).
Vivam todos bem dispostos sob o manto paterno de São José, lugar de absoluta segurança “in tribulationibus et angustiis”, nas tribulações e nas aflições. (L 287).

15 – Façamos os pedidos ao nosso bom papai São José, que é o Patriarca das pessoas atrapalhadas (ele que passou por tantas atrapalhações!). (L 78).

16 – Neste mundo sempre se alternam a alegria e a dor. A vida de São José não foi também uma alternância de consolações e de temores? (L 198).

17 – Que Deus cumule os nossos corações com aquela confiança que guiava o nosso Santo Patrono em todos os passos da sua via. (L 159).

18 – Aniversário do reconhecimento diocesano da Congregação dos Oblatos de São José (1901).
“Filius accrescens Jospeh” José, filho que cresce. Os filhos de São José também devem crescer, pelo menos no culto ao seu Santo Patrono. (L 210).

19 – São José.
No dia do nosso grande Patriarca, rezemos para que, começando a exaltá-lo em nosso coração, nos tornemos dignos de vê-lo exaltado por toda a Cristandade. (L 62).

20 – Pede ao nosso grande Patriarca São José que te obtenha de Deus o que te convém, ou melhor, o que mais convém. (L 86).

21 – À semelhança do grande Patriarca São José, se tu tivesses que servir Jesus em trabalhos modestos e inferiores aos de São Pedro, pensa que o humilde Guarda de Jesus está mais alto no Céu do que o grande Apóstolo. (L 248).

22 – São José nos ensine o modo de cuidar de nossos alunos, aliás, seja ele mesmo o seu Cuidador. (L 170).

23 – Que o nosso Santo Patriarca obtenha de Deus para todos, as graças mais necessárias. (L 205).

24 – É preciso procurar em São José as próprias inspirações, ele que foi na terra o primeiro a cuidar dos interesses de Jesus; tratou dele quando criança, protegeu-o menino, fez-lhe papel de pai nos primeiros trinta anos de sua vida na terra. (L 76).

25 – Anunciação do Senhor.
Festa de Nossa Senhora da Anunciação e, por participação, também de São José, que recebeu de Deus muitas graças em comum com sua Esposa, mesmo não conhecendo o grande mistério. (L 185).

26 – São José foi sempre tão humilde que quis ser considerado sem valor algum, mantendo-se sempre silencioso e oculto, atribuindo todo merecimento a Maria, a sua Esposa imaculada e santíssima. (S 327).

27 – São José praticava as virtudes humildes e obscuras, mantendo-se sempre calmo, sereno e tranquilo, observando em tudo perfeita conformidade com a Vontade Divina. (S 228).

28 – São José não desejava nada, não queria nada a não ser agradar a Deus; por isso vivia sempre inalterável, mesmo nas contrariedades. Espelhemo-nos nesse sublime modelo e aprendamos a nos manter calmos e serenos em todas as circunstâncias da vida. (L 228).

29 – É necessário pedir a São José a tranquilidade e a igualdade de espírito; ele era sempre igual a si mesmo, tanto quando dava ordens a Jesus, a Sabedoria do Pai, como quando exercia a sua profissão, ocupando-se com os trabalhos mais humildes e grosseiros. (S 173).

30 – Se São José não concedesse graças, não seria mais São José. (S 173).

31- Que São José cubra com o seu manto paterno os seus filhos devotos. (L 272).