Setembro – Alegria | Paixões | Pequenas coisas

01 – A maldade não entra no Céu. (S 196).

02 – A tristeza é inimiga do bem. (S 197).

03 – Precisamos ter paciência também conosco mesmos. (S 196).

04 – Banimento aos escrúpulos, que são a peste, repito, a peste da vida espiritual: é preciso sufocar no nascer todo desejo fantasioso; não voltar atrás para refazer o caminho; não correr adiante demais, nem se demorar demais para ver se o passo foi acertado; confiança em Deus que está ao nosso lado para corrigir nossos erros, inevitáveis mesmo quando temos a melhor intenção do mundo. (L 168).

05 – Vivamos alegres para nos conformar ao preceito: “Servite Domino in laetitia”: Servi ao Senhor com alegria. (L 72).

06 – Devemos demonstrar, também exteriormente, a santa alegria que Deus derrama em nosso coração, conservando sempre um aspecto agradável e sereno. Desse modo procuraremos a felicidade para nós e para os outros e, ao mesmo tempo, poderemos avançar a passos largos no caminho da perfeição. (S 238).

07 – Quando pudermos fazer resplandecer um raio das alegrias que veem do céu em meio às alegrias terrenas, então o nosso coração ficará mais satisfeito, a nossa felicidade será mais completa. (L 3).

08 – Sinto-me feliz em saber que a alegria espiritual reina entre os filhos de São José. (L 168).

09 – Devemos ser santamente alegres e estar contentes com tudo, até com nossas falhas, pois elas nos exercitam na humildade. (S 193).

10 – Sintamo-nos satisfeitos mesmo quando não estamos contentes: basta-nos que Deus esteja contente. (S 183).

11 – As inquietações, convençamo-nos bem disso, sempre veem da parte do demônio. (L 19).

12 – Pensar que os outros não nos amam é tentação e aflição de espírito: Deus nos ama, e isso nos deve bastar. (S 197).

13 – Uma alma sacerdotal é algo maravilhoso diante do mundo, dos Anjos e do próprio Deus. (L 23).

14 – Exaltação da Santa Cruz.
Amemos a cruz, pois é ela que nos deverá introduzir no Céu. (S 209).

15 – Nossa Senhora das Dores.
“Sic Maria dilexit mundum ut Filium suum unigenitum daret”: Maria amou tanto o mundo que por ele sacrificou o que tinha de mais precioso! (S 343).

16 – Jesus aceita com prazer todas as ofertas que lhe fazemos: orações, esmolas e boas obras; mas agrada-lhe sobretudo o sacrifício do nosso amor próprio. (S 235).

17 – Amor! Palavra inesgotável que sintetiza todas as demais; sem ela, todas as outras seriam frias como túmulos: é ela que alegra, enobrece e orienta para o destino eterno o peregrinar humano. Mas essa palavra inefável não se pronuncia com os lábios, nem se escreve com tinta. A articulação da língua e o gesto da mão de nada servem quando o coração não palpita: é o coração que a faz vibrar, o coração que recebeu o primeiro impulso do Amor Eterno. (L 40).

18 – As distrações do mundo tendem todas a neutralizar em nós o sentimento sobrenatural do amor para substituí-lo pelo espírito individualista enxertado sobre os instintos egoístas que carregamos por natureza. O nosso ministério, ao contrário, põe constantemente diante de nossos olhos os exemplos mais resplandecentes de abnegação e de amor, a começar pelo Homem-Deus, que sacrificou a si mesmo como vítima de amor, até a última velhinha que oferece a Deus a sua humilde oração, intercedendo pelos irmãos pecadores. (L 8).

19 – Aniversário da Ordenação Sacerdotal de São José Marello (1868).
Ah, se pudéssemos enviar uma súplica ao Pai do Céu para que faça expulsar da terra aquela terrível fera que é o amor próprio: a vida seria maravilhosa neste mundo! Mas não! Se Deus não nos permite acabar com esse monstro, todavia não nos recusa as forças necessárias para nos livrar das suas mordidas venenosas, quando nos ataca. (L 5).

20 – Quando alguém se sentir irritável e mal humorado, suspenda a sua ocupação, vá à igreja, dirija-se a Deus e não se apresente em público. (S 196).

21 – Quando a paixão enfurece por dentro, é preciso calar. (S 177).

22 – Para praticar o bem, as próprias paixões ajudam: ajudam quando não tomam o predomínio e se deixam guiar pela razão, a cujo serviço as devemos submeter com a graça de Deus. (L 207).

23 – Tenhamos até mesmo um certo egoísmo, mas com um fim espiritual, que nos incite a uma santa competição para conseguir as virtudes. (S 233).

24 – Nas coisas espirituais não só é permitido, mas é até forçoso aquele egoísmo santo, graças ao qual cada um sonha de se enriquecer o mais que pode dos tesouros espirituais, dos quais quanto mais se retira tanto mais se multiplicam; trata-se de um manancial ilimitado: por mais que se beba, ele nunca se esgota. (S 233).

25 – Busca sempre a perfeição em tudo, até nas pequenas coisas. (S 237).

26 – As grandes virtudes são justamente o prêmio da nossa fidelidade nas pequenas coisas. (S 351).

27- Cuidemos de santificar as pequenas coisas: um pequenino ato de paciência ou de caridade, acompanhado de reta intenção, adquire valor imenso aos olhos de Deus. (S 232).

28 – Sede extraordinários nas coisas ordinárias. (M 9/94/17; cfr. S 268).

29 – Quanto mais alguém trabalha sem pendor natural e guiado tão somente pela fé tanto melhor consegue enganar o demônio. (L 87).

30 – Tudo sempre para a maior glória de Deus Nosso Senhor. (L 18).