Acolher Jesus na Comunhão Eucarística, como José e Maria.

1 Acolhida

2 Oração Inicial

3 Tema do Mês

Acolher Jesus na Comunhão Eucarística, como José e Maria.

 Quando for à Santa Comunhão pensemos que Jesus vem a nós como uma criança pequena e então roguemos a São José que nos ajude a recebê-lo e acolhê-lo como quando ele o tinha em seus braços”. (São José Marello)

 

Quando estivermos para chegar à Santa Comunhão, voltemo-nos para Maria Santíssima dizendo-lhe com confiança: Mamãe, conduze-me a Jesus”. (São José Marello)

 

Receber e acolher Jesus na Santa Comunhão.

São José Marello usa cinco expressões muito importantes para entendermos o relacionamento entre São José e Jesus e, uma vez entendido, imitarmos São José: ir, pensar, rogar, receber e acolher.

Ir ao encontro de Jesus presente na Santa Comunhão.

Durante a caminhada, pensar que Jesus vem a nós como uma criança pequena.

Durante a caminhada, rogar a São José que nos ajude a receber Jesus como ele, São José, o recebia quando tinha Jesus em seus braços.

Durante a caminhada, rogar a São José que nos ajude a acolher Jesus como ele, São José, o acolhia quando tinha Jesus em seus braços.

“O Verbo se fez carne e habitou entre nós”. E sua morada foi a Sagrada Família de Nazaré.

Para receber e acolher Jesus como São José o fazia é preciso entender que São José reconhecia em Jesus a presença simultânea e inseparável da sua humanidade e da sua divindade. José e Maria foram, certamente, as pessoas que mais plenamente entenderam que, em Jesus, “o Verbo se fez carne e habitou entre nós”. E sua morada foi a Sagrada Família de Nazaré. Vejamos alguns dos ensinamentos do Papa São João Paulo sobre isso:

“Desde o momento da Anunciação, José, juntamente com Maria, encontrou-se, em certo sentido, no íntimo do mistério escondido desde todos os séculos em Deus e que se tinha revestido de carne: “O Verbo fez-se carne e habitou entre nós” (Jo 1,14). Sim, Ele habitou entre os homens e o âmbito da sua morada foi a Sagrada Família de Nazaré, uma das tantas famílias desta pequena cidade de Galiléia, uma das tantas famílias da terra de Israel. Aí, Jesus crescia e “robustecia-se, cheio de sabedoria, e a graça de Deus estava com ele” (Lc 2,40)” (Papa São João Paulo II. Redemptoris Custos, 15)

A comunhão de vida entre José e Jesus leva-nos a considerar ainda o mistério da Encarnação precisamente sob o aspecto da humanidade de Cristo, instrumento eficaz da divindade para a santificação dos homens: “Por força da divindade, as ações humanas de Cristo foram salutares para nós, produzindo em nós a graça, quer em razão do mérito, quer por uma certa eficácia”. (Papa São João Paulo II. Redemptoris Custos, 27)

Uma vez que o amor “paterno” de José não podia deixar de influir sobre o amor “filial” de Jesus e, vice-versa, o amor “filial” de Jesus não podia deixar de influir sobre o amor “paterno” de José, como chegar a conhecer as profundezas desta singularíssima relação? Justamente, pois, as almas mais sensíveis aos impulsos do amor divino vêem em José um exemplo luminoso de vida interior. Mais ainda, a aparente tensão entre a vida ativa e a vida contemplativa tem em José uma superação ideal, possível para quem possui a perfeição da caridade. (Papa São João Paulo II. Redemptoris Custos, 27)

O maior de seus benefícios…

Aprendamos com São José Marello que a Eucaristia é o maior de todos os benefícios que podemos receber de Deus, pois nela é o próprio Deus que se entrega a nós e antecipa uma união que objetiva perpetuar-se por toda a eternidade:  «Eu sou o pão vivo que desceu do Céu. Se alguém comer deste pão, viverá eternamente» (Jo 6, 51).

“Agradeçamos ao Senhor por todos os bens espirituais que nos tem concedido, especialmente agradeçamos-lhe pela Santíssima Eucaristia, que é o maior de seus benefícios, e a melhor ação de graças é ir recebê-la com frequência, se possível a cada dia”. (São José Marello).

A melhor ação de graças é ir recebê-la com frequência…

Ao receber tão grande benefício – o próprio Deus que se dá na Eucaristia – o coração humano é chamado a agradecer. Mas, como agradecer dignamente a tão grande dom? São José Marello orienta com muita clareza: “a melhor ação de graças pelo grande dom da Santíssima da Eucaristia é ir recebê-la com frequência, se possível a cada dia”.

Além da orientação de que devemos agradecer continuamente a Deus pelo grande dom da Eucaristia, participando com as devidas disposições da Santa Missa na qual o próprio Cristo se dá a cada um de nós, São José Marello complementa sua orientação indicando que convém receber Jesus na Eucaristia contando com as presenças amigas de São José e Maria Santíssima.

Quando recebemos Jesus na Eucaristia, nunca estamos sós. A Comunhão Eucarística é um ato eminentemente comunitário. Na missa, estamos em comunhão com todos os homens de todos os tempos, através de um misterioso e maravilhoso dom de Deus: por Cristo, com Cristo e em Cristo a comunhão se faz plena.

4 Reflexão e Partilha                                                 

Partilhar sobre o ensinamento de São José Marello: “Agradeçamos ao Senhor por todos os bens espirituais que nos tem concedido, especialmente agradeçamos-lhe pela Santíssima Eucaristia, que é o maior de seus benefícios, e a melhor ação de graças é ir recebê-la com frequência, se possível a cada dia”.

5 Compromisso do Mês

Quando estivermos para chegar à Santa Comunhão, dirijamos o pensamento para Maria e José, dizendo-lhes com confiança a seguinte frase (ou outra com o mesmo sentido): Mamãe, conduze-me a Jesus. Pai, ajude-me a recebê-lo dignamente”.

6 Oração Final