Ordenação Diaconal dos Freis Chinaka, James e Kenneth

Por Frei Lucas Raul, OSJ.

“Pela caridade colocai-vos a serviço uns dos outros” (Cf. Gl 5,13). Este foi o lema escolhido pelos freis Chinaka, James e Kenneth, missionários nigerianos para a ordenação diaconal dos mesmos que ocorreu no dia 24 de setembro de 2017 às 18h na Paróquia Santuário Santa Edwiges, no Sacomã, São Paulo-SP.

Os três freis vieram para o Brasil no ano de 2014 com o objetivo de cursarem a Teologia, que concluíram em São Paulo, no ITESP. Após terem consagrado suas vidas a Deus na Congregação dos Oblatos de São José para sempre no dia 05 de agosto, eles receberam o primeiro grau do Sacramento da Ordem pela imposição das mãos e oração consecratória de Dom José Roberto Fortes Palau, bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, no último domingo.

Em sua homilia, Dom José Roberto destacou a tríplice missão do diácono, qual seja: o serviço ao povo através da Liturgia (auxiliando o sacerdote no altar e rezando o Ofício Divino), da Palavra (proclamando o Evangelho com os lábios e com a vida) e, por fim, da Caridade (fazendo da mesa dos pobres uma extensão da mesa da Eucaristia). O bispo ressaltou ainda que a missão do diácono é a missão de Cristo e, por isso, ser fiel ao diaconato implica ser fiel ao próprio Jesus que se inclinou para lavar os pés da humanidade.

Ao fazer seus agradecimentos nas redes sociais, o diácono Frei Chinaka citou Jeremias quando diz: “Você me seduziu, Senhor, e eu me deixei seduzir. Você foi mais forte que eu, e você venceu” (Cf. Jr 20,7). De fato, estes três jovens sentiram o chamado de Deus há mais de 10 anos, e não foi sem dificuldades que chegaram até esta etapa da formação presbiteral. Todavia, com a força que vem de Deus, o apoio dos familiares, amigos e comunidade religiosa, agora eles abraçaram este ministério para o serviço do Reino, em particular nos mais pobres, como fez questão de salientar o Pe. Antônio Ramos de Moura Neto, Provincial.

Após a celebração da Eucaristia, os néo-diáconos receberam os fiéis, religiosos e sacerdotes no estacionamento do Santuário onde aconteceu uma bonita confraternização, marcada pela presença de uma comunidade de africanos que, com sua espontaneidade e alegria, deram o tom da festa através de músicas e danças típicas.

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