Pensamentos São José Marello

Pensamentos de São José Marello
Itinerário ascético-espiritual

 

Um ano com os ensinamentos de São José Marello Fundador dos Oblatos de São José


Pe. Ângelo Rainero, OSJ

 

Padre Ângelo Rainero, Oblato di São José, nasceu em Isola d´Asti (Itália), no dia 11 de janeiro de 1900, e morreu em Este (Itália) no dia 10 de setembro de 1991. Devoto de Nossa Senhora, de São José e de São José Marello, foi mestre de espiritualidade na sua Congregação. Escritor de grande doutrina, com estilo eficaz, escreveu diversas obras, todas em italiano:

- Uma perla di Vescovo (1937);
- La Via della Perfezione (2 volumes) (1941-1944);
- San Giuseppe, Padre verginale di Gesù (1947);
- La Trilogia dell´Immacolata (1957).


AS ABREVIATURAS REFEREM-SE AOS TEXTOS EM ITALIANO

 

L Indica o número da carta no livro ”Lettere del Venerábile Giuseppe Marello”
(Pe. Mário Pasetti, Asti, 1979)

 

 S Indica a página no livro “Scritti e Insegnamenti del Venerabile Giuseppe Marello”
(Pe. Mário Pasetti, Asti, 1980)

 

M 9/94/17 Indica número-ano-página da revista “Marellianum”
(organizada pela Postulação Geral OSJ, Roma)

 

 INTRODUÇÃO

          No dia 25 de novembro de 2001, José Marello, Fundador dos Oblatos de São José e Bispo de Acqui, foi proclamado “Santo”. Assim ele era apresentado para toda a Igreja como modelo de vida e os seus escritos se tornavam um tesouro precioso de ensinamentos para todos. De todos os escritos proponho – como um presente para todos os que quiserem conhecê-lo mais de perto, a nova edição de “Briciole d´oro: FLORILÉGIO MARELLIANO”, uma série de pensamentos e máximas escolhidas pelo Padre Ângelo Rainero, OSJ (1900-1991).

         O autor do livro comparava Dom José Marello com um “ rio de ouro” e esta série de pensamentos com “lascas, fragmentos, migalhas de ouro” esparsas pelo leito desse rio e que “jorravam do coração de Deus, onde ele encontrava a sua fonte perene, ali recolhia tesouros de sabedoria celeste que depois distribuía ao longo do seu curso, nas múltiplas contingências da vida”. Os pensamentos contidos neste livro, distribuídos para cada dia do ano, foram reagrupados por argumento e, às vezes, adaptados à festa do dia ou do mês, para poder oferecer ao leitor a possibilidade de o ler “de seguida, como se fosse um tratado de ascética, ou também aos poucos, dia por dia, como se fosse um diário espiritual”.

         Agradeço ao Pe. Mário Pasetti, OSJ, Postulador Geral, e ao Pe. Giocondo Bronzini, OSJ, Secretário Geral, que prepararam esta nova edição, acrescentando ao lado de cada pensamento a citação da fonte e finalizando com um índice analítico que facilita a busca por argumento.

         Que este livrinho, que ocupa um lugar especial na leitura diária tradicional dos Oblatos de São José, possa tornar-se alimento espiritual para todos aqueles que dele se utilizarem para sua reflexão cotidiana, seguindo assim o convite que São José Marello fazia para boas leituras, como escreveu a um amigo: “Lê, relê, medita” (cfr. O pensamento do dia 12 de julho).

         Como desejava a seu tempo o Pe. Ângelo Rainero, que São José Marello abençoe “este trabalho humilde, seguindo e perpetuando lá do Céu o bem que realizou aqui na terra com a sua palavra”.

 

 

JANEIRO
Conversão
Luta contra o pecado


01 - SOLENIDADE DE MARIA, SANTA MÃE DE DEUS.

Com grande sabedoria, São Gregório de Nazianzo afirmou que, quem não reconhece Maria como verdadeira Mãe de Deus, não crê na Divindade, é ateu. Prostrados aos vossos pés santíssimos, ó Maria, vos proclamamos como verdadeira Mãe de Deus e, de hoje em diante, vos escolhemos como nossa Mãe celestial! (S 32).

 

02 - Quando, meu caro amigo, quando é que vamos começar de verdade? “In nomine Domini Nostri Jesu Christi”, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, agora mesmo. (L 24).

“Nunc coepi!” Agora começo, diziam os nossos grandes mestres que viveram antes de nós. Repitamo-lo também nós diante de Deus, com sinceridade e firmeza. (L 36).

03

 

04 – Recomecemos, recomecemos) de verdade. Invoquemos o Espírito Santo para que nos ilumine e caminhemos na presença de Deus com a simplicidade da criancinha que se diverte sob os olhos da mãe. (L 23).

 

05 - Enquanto não atingirmos o vértice da perfeição, estaremos sempre naquele círculo (aliás, fonte de muitos merecimentos) de soerguimentos e de quedas, de orações para obter a graça do bom propósito e do bom propósito para obter a graça da oração. (L 52).

 

06 – EPIFANIA DE NOSSO SENHOR.

Reavivemos (Despertemos) a nossa fé! Ela é a tocha que nos deve abrir os novos e difíceis caminhos da virtude. ( L 8)

 

07 - Violência constante contra nós mesmos e, a cada hora que passa, gritemos com Santa Teresa: coragem, uma hora a menos para combater! ( L 11)

 

08 - Cada hora que bate significa um passo a menos que devemos dar. Então, coragem! Um dia ou outro a luta acabará, e aos que combateram será entregue a palma da vitória (L 42).

 

09 - Aniversário de recepção da batina por São José Marello (1864).

Mortifiquemos com ânimo generoso este nosso espírito briguento, esta nossa carne rebelde, esta nossa natureza corrupta! Eduquemo-nos ao sacrifício daquilo que o nosso coração possui de mais precioso. ( L 27).

 

10 - Ó Deus, quantas imperfeições descobrimos em nós mesmos! Nós nos propomos de melhorar, mas cabe somente a Vós fecundar os nossos frágeis propósitos. (S 32).

 

11 – “Loquere, Domine!” Fala, Senhor! Qual é o meu dever? Nenhuma curiosidade? Aceito o sacrifício. Nenhum pensamento em que o "eu" se intrometa? Empenhar-me-ei com todas as forças. Nenhuma afeição desordenada? Ah! de hoje em diante quero amar só a Vós, fonte de todo amor! Somente Vós em vossos santos, em Maria, em São José, nos meus Anjos protetores. Somente Vós em vossa Igreja! (S 19)

 

12 - Todas as vezes que cairmos em algum pecado, pediremos perdão ao Senhor e diremos: Odiando o mal eu o destruí. O Senhor me ensina o modo de renovar-me em qualquer momento. Agora começo. Sim Senhor, mesmo na última hora, o operário pode tornar-se merecedor da recompensa (na última hora). Agora começo: ainda tenho tempo. (S 33).

 

13 – “Nunc coepi!” Agora começo; meu Deus, meu Jesus, minha Mãe Maria, meu protetor São José, meu Anjo da Guarda! “Nunc coepi!” Agora começo: eu vos ouvirei sempre. “Nunc coepi!” Agora começo: rejeitarei o mau hábito da minha falsidade. “Nunc coepi!” Agora começo: encaminhar-me-ei pela estrada do Céu sob as inspirações que, de lá, fareis resplandecer. (S 19).

 

14 - Quem está preocupado e cheio de ansiedade para agir, comete injúria a Deus e não reza com o coração o “Pater noster” Pai-Nosso. Aceitemos pura e simplesmente o que Deus nos manda, sem aflição e sem tristeza. (L 23).

 

15 – Renovar a todo instante a confiança no bom Deus e convencer-se de que, às vezes, Ele nos nega as consolações do espírito, mas jamais nos dispensa a resignação à sua vontade, que é a raiz de todo nosso merecimento. (L 19)

 

16 - A união da nossa à vontade de Deus deve ser aqui na terra o nosso único trabalho, como aprendizado daquela união perfeita que se completará no Céu: qualquer outra coisa deve estar totalmente subordinada a esta. (C 88).

 

17 – Quando houvermos compreendido bem que os hábitos virtuosos não são o meio mas o fim, então não deverá ser motivo de apreensão nem mesmo a lentidão em adquirir a virtude. Está mais unido a Deus quem se acha em luta constante com as suas inclinações desordenadas, gemendo em seu coração e implorando humildemente a vitória sobre elas, do que aquele que já se considera dono de muitas virtudes, e talvez se esqueça de oferecer ao Senhor um tributo de gratidão proporcional ao seu estado de vida. (L 88).

 

18 - Espírito de luta, mas também espírito de resignação; buscar a glória de Deus, mas em conformidade com sua vontade; sonhar muito e contentar-se também com pouco; promover o triunfo da Igreja, não rejeitando, porém, as nossas derrotas pessoais, as mortificações diárias do nosso amor próprio; assim se deve viver e assim temos de nos empenhar em viver em união com o nosso Divino Mestre. (L 22).

 

19 – Senhor, inspirai-nos a melhor oração com que nos havemos de dirigir a Vós e depois concedei-nos a graça de adorar sempre os decretos de vossa Vontade. (L 183).

 

20 - A nossa salvação pode acontecer a qualquer momento: não desprezemos o momento. Que grande valor tem o momento! Nele se comete o pecado e se readquire a graça, nele se realiza o julgamento da nossa salvação eterna. Ó Deus, dai-me este momento, que seja o primeiro elo daquela corrente que me deve conduzir até Vós. Ah, sim, Vós podeis dar-mo neste mesmo instante. (S 19).

 

21 – Se Santa Inês conseguiu a gloriosa palma do martírio, foi porque, em toda a sua vida, se manteve sempre fiel a Deus, mesmo nas pequenas coisas. (S 351).

 

22 - Rezemos uns pelos outros para nos fortalecermos em suportar de maneira cristã o peso das fraquezas humanas e lembremo-nos de que é no Céu, e não aqui na terra, que temos a nossa herança. (L 48)

 

23 - Falando de coisas boas e úteis, sinto em mim uma força que me conduz ao alto, a uma região mais pura e serena do que esta nossa terra; sinto um instinto, que chamaria de progressão, um desejo de aperfeiçoamento, uma forte aspiração pelo Céu. (L 5).

 

24 - Uma alma bela como exemplar e, coragem, adiante em suas pegadas, a qualquer custo! (L 31).

 

25 - Por que não realizar em nós o que desejamos nos outros? Ó Senhor, ajudai-nos a dar o primeiro passo, que nos introduza definitivamente no caminho da perfeição, até agora apenas margeado e ainda nunca perseguido com resolução. Sim, seja qual for o estado presente da nossa consciência, temos necessidade urgente de mudar de vida. (L 36).

 

26 - Quanto tempo perdido; quantas preocupações inúteis; quanto amor próprio; quão pouco desapego das coisas que não são de Deus; quão escasso abandono no Senhor; quão pouco esforço de conformação à vontade divina; que perigosa falta de fidelidade às práticas espirituais; quanta negligência, quanto espírito interesseiro, quanta leviandade, quanta desordem de afetos!...Recomecemos, recomecemos de verdade! (L 23).

 

27 - O demônio cumpre o seu dever quando nos tenta, e nós, o nosso, quando recorremos a Deus.(S 172).

 

28 - Um sacerdote, segundo o espírito de Jesus Cristo, deve estar munido de grande doutrina e esta doutrina deve comunicá-la aos povos. (L 25).

 

29 –Temos que sofrer muitas contradições na carne e no espírito. Mas esta é a nossa missão: carregar generosamente a cruz seguindo as pegadas do Mestre. Ele certamente nos dará a força necessária para que possamos chegar, sem desvios, à grande meta do Paraíso. (L 52).

 

30 - O espírito humano, como os fluídos, se coloca sempre no nível dos objetos que o rodeiam. (L 5).

 

31 - Por que fugir da luta, sabendo que é o nosso legado? Ou sofrer ou morrer, diziam os santos; e nós digamos, pelo menos: ou trabalhar ou morrer! (S 30).

 

 

 


 

FEVEREIRO
As armas do espírito

 

01 – Apaixonemo-nos pelos grandes modelos e comecemos a agir! (L 10)

 

02 - Apresentação do Senhor.

Aprendamos a nos desprender inteiramente de nós mesmos, de nossos gostos, de nossa vontade, de nosso ponto de vista. Em todas as nossas ações não visemos senão fazer a santa vontade de Deus do modo mais perfeito possível. (S 359).

 

03 - Armemo-nos e armemo-nos logo! A oração, o desapego das coisas passageiras, o zelo pela glória do Senhor, a fome e a sede de justiça, o ardor em socorrer os necessitados, o espírito de sacrifício, de mortificação e de penitência. Estas são as armas que devemos afiar, abraçando todos a mesma bandeira, prontos para a mesma convocação. Este é o exército permanente da Igreja, que nos chamou a defendê-la contra os poderosos e numerosos inimigos. (L 26).

 

04 - Os músculos se retesam, o coração pulsa, o espírito se (eleva) expande nas asas da oração, no horizonte do futuro; combateremos, arrastando esta pobre carne na luta sanguinolenta, sem que a boca pronuncie palavras de lamúria ou o pé se arrede minimamente do caminho do martírio! (L 23).

 

05 - No entusiasmo do nosso zelo, devemos pensar em não perder a coragem se nos defrontarmos com os obstáculos repentinos que nos fazem recordar, num instante, o quanto somos miseráveis. (L 31).

 

06 - Os cavaleiros da Idade Média estavam sempre alerta para que a covardia de um instante não os fizesse perder a glória conquistada durante longos anos de luta. Nós também nos devemos vigiar constantemente, de armas em punho e com os olhos fitos em Cristo. (L 11).

 

07 – Quando te sentires cansado, levanta os olhos, coloca a mão no coração; tu estás diante do Senhor, estás com os amigos, estás com a catolicidade: a comunhão dos Santos é uma grande verdade de fé... Pai, filhos, irmãos, uma corrente única de amor. (L 23).

 

08 - Coragem, coragem, o tempo urge. Ai de nós se nos encontrarmos desprovidos para o dia da batalha! (L 26).

 

09 - Preparemos as armas, fortaleçamos o espírito, purifiquemos os afetos, treinemo-nos para qualquer tipo de luta, para que, na hora do aperto, a nossa coragem não vacile e não vacilem as nossas forças no confronto com as armas do inimigo. (L 31).

 

10 - Que Deus nos inspire e nos assista, pois ai de nós se formos soldados despreparados no campo de batalha. (L 15).

 

11 - Nossa Senhora de Lourdes.

A humildade de Maria Santíssima é quase infinita e não podemos sequer imaginá-la. Ela se rebaixou tanto na humildade que só um Deus feito homem pode superá-la. E, depois de Jesus Cristo, a criatura mais humilde foi certamente Maria. (S 358).

 

12 - A todo instante encontramos de que nos humilhar, a todo instante sentimos agravar-se o nosso mal de origem... Ousaremos, por acaso, levantar ainda com ridícula altivez a nossa cabeça orgulhosa? Por que não confessar, ao contrário, as nossas fraquezas? (L 8).

 

13 - Renovemos o espírito a cada instante e repousemos na misericórdia de Deus, que absorve todas as fraquezas da nossa natureza doentia. (L 19).

 

14 - Ainda que o corpo seja perseguido por mil perturbações, a alma deve estar sempre na presença de Deus, a quem devemos recorrer a cada momento para renovar as forças. (L 23).

 

15 - Realizando as obras de Deus em silêncio, sem confiar nos homens e nem em nós mesmos, mas cheios de esperança nos auxílios sobrenaturais, tudo se encaminhará para o bem. (L 95).

 

16 - Nas obras de Deus, qualquer conselho de prudência humana redundará mais em estorvo do que em ajuda. (L 76).

 

17 - Aniversário da Sagração Episcopal de São José Marello (Roma, 1889).

Nenhum crédito deve ser concedido às riquezas, às proteções, à estima e aos incentivos do mundo. (L 76).

 

18 – “Tudo proceda por princípios de fé, com ilimitada confiança nos auxílios do Céu e sentimento indestrutível de gratidão ao Senhor e somente a Ele, tanto na abundância como na carestia, lembrados sempre de que "sufficit diei malitia sua!” a cada dia basta a sua aflição". (L 76).

 

19 – Nós sabemos por experiência que, no momento oportuno, as dificuldades desaparecem, muda o ânimo de quem as provocava e a obra de Deus prossegue abençoada com novos favores. (L 253).

 

20 - Alegremo-nos por não terem cessado as contradições e por não faltarem os adversários que fazem aumentar em nós a confiança em Deus.(L 253).

 

21 - Deus nos visita, mas não desdenha as nossas orações, com as quais lhe suplicamos que nos trate com amor de Pai, dando-nos antes a força da resignação e depois a graça da consolação. (L 224).

 

22 - Rezemos e curvemo-nos resignados diante da vontade do Deus Providência. (C 51).

 

23 - Estamos nas mãos de Deus e convém que nos resignemos ao seu justo julgamento. (L 223).

 

24 – Em meio às dúvidas e ansiedades, estejam os ânimos sempre confiantes e serenos (L 198).

 

25 – “Sunt bona mixta malis”. Há coisas que satisfazem os gostos humanos, misturadas com outras que parecem más, se a razão não busca a sua luz na fé. (L 167).

 

26 - Repitamos sempre: “Omnia cooperantur in bonum” tudo coopera para o bem, até nas menores coisas, como já há tempo a experiência nos tem ensinado. (L 167).

 

27 - Ao sofrer por vontade de Deus em alguns de seus membros, a Congregação reflorescerá com maior saúde em todo o corpo. (L 167).

 

28 - Se Deus nos pede o sacrifício de alguma bela flor do nosso jardim, conforte-nos o pensamento de que Ele nos recompensará com juros fazendo brotar muitas outras graças ao orvalho celeste e defendendo-as com carinho das geadas e do frio, até o dia em que as queira transplantar para o Céu. (L 271).

 

29 - O Senhor vem ao nosso encontro por mil caminhos (L 30).

 

 

 


 

MARÇO
São José em nossa vida espiritual e apostólica

 

01 – Vamos parar um pouco para podermos ouvir a voz de São José: estamos no seu lindo mês. (L 208).

 

02 -  São José é sempre o “Dirigente de coro” que dá os tons; embora, às vezes, permite alguma nota desafinada. Neste seu querido mês, porém, quer que todos os acordes fluam certos e melodiosos, de modo que arrebatem o nosso espírito para o alto, onde tudo é harmonia. (L 206).

 

03 - Diremos ao nosso grande Patriarca: Eis-nos todos para ti e tu sê todo para nós. (L 208).

 

04 - Tu, ó José, indica-nos o caminho, sustenta-nos a cada passo, conduze-nos aonde a Divina Providência quer que cheguemos. (L 208).

 

05 – Quer seja comprido ou curto, quer seja bom ou mau o caminho, quer se enxergue ou não a meta com a vista humana, depressa ou devagar, contigo, ó José, estamos certos de que caminharemos sempre bem. (L 208).

 

06 - Um filho de São José não precisa tanto exibir uma linguagem sofisticada quanto aprender o linguajar dos Santos. (L 225).

 

07 - Confiemo-nos ao glorioso São José, guia e mestre da vida espiritual, modelo inalcançável de vida interior e escondida. (S 226).

 

08 - Pediremos a São José que obtenha para todos nós a graça de conhecer e seguir a divina vontade (L 278).

 

09 – Pediremos a Santa Teresa, a predileta de São José, que faça também de nós os seus prediletos. (L 163).

 

10 - Ó glorioso Patriarca São José, não te esqueças de nós, que vamos arrastando esta carne miseranda em dura terra de exílio. (L 35).

 

11 - Tu, ó José, que depois da Bendita Virgem, foste o primeiro a estreitar ao peito Jesus Redentor, sê o nosso modelo em nosso ministério que, como o teu, é um ministério de relação íntima com o Verbo Divino. (L 35).

 

12 - Tu, ó José, ensina-nos, assiste-nos, torna-nos membros dignos da Sagrada Família. (L 35).

 

13 - Queira Deus que possamos manter-nos sempre dignos de pertencer à Família bendita de São José e merecedores de receber o sustento diário das mãos do seu Chefe. (L 206).

 

14 - Aniversário da Fundação da Congregação dos Oblatos de São José (1878).

Vivam todos bem dispostos sob o manto paterno de São José, lugar de absoluta segurança "in tribulationibus et angustiis”, nas tribulações e nas aflições. (L 287).

 

15 – Façamos os pedidos ao nosso bom papai São José, que é o Patriarca das pessoas atrapalhadas (ele que passou por tantas atrapalhações!). (L 78).

 

16 - Neste mundo sempre se alternam a alegria e a dor. A vida de São José não foi também uma alternância de consolações e de temores? (L 198).

 

17 – Que Deus cumule os nossos corações com aquela confiança que guiava o nosso Santo Patrono em todos os passos da sua via. (L 159).

 

18 - Aniversário do reconhecimento diocesano da Congregação dos Oblatos de São José (1901).

"Filius accrescens Jospeh” José, filho que cresce. Os filhos de São José também devem crescer, pelo menos no culto ao seu Santo Patrono. (L 210).

 

19 - São José.

No dia do nosso grande Patriarca, rezemos para que, começando a exaltá-lo em nosso coração, nos tornemos dignos de vê-lo exaltado por toda a Cristandade. (L 62).

 

20 - Pede ao nosso grande Patriarca São José que te obtenha de Deus o que te convém, ou melhor, o que mais convém. (L 86).

 

21 – À semelhança do grande Patriarca São José, se tu tivesses que servir Jesus em trabalhos modestos e inferiores aos de São Pedro, pensa que o humilde Guarda de Jesus está mais alto no Céu do que o grande Apóstolo. (L 248).

 

22 - São José nos ensine o modo de cuidar de nossos alunos, aliás, seja ele mesmo o seu Cuidador. (L 170).

 

23 - Que o nosso Santo Patriarca obtenha de Deus para todos, as graças mais necessárias. (L 205).

 

24 - É preciso procurar em São José as próprias inspirações, ele que foi na terra o primeiro a cuidar dos interesses de Jesus; tratou dele quando criança, protegeu-o menino, fez-lhe papel de pai nos primeiros trinta anos de sua vida na terra. (L 76).

 

25 – Anunciação do Senhor.

Festa de Nossa Senhora da Anunciação e, por participação, também de São José, que recebeu de Deus muitas graças em comum com sua Esposa, mesmo não conhecendo o grande mistério. (L 185).

 

26 - São José foi sempre tão humilde que quis ser considerado sem valor algum, mantendo-se sempre silencioso e oculto, atribuindo todo merecimento a Maria, a sua Esposa imaculada e santíssima. (S 327).

 

27 - São José praticava as virtudes humildes e obscuras, mantendo-se sempre calmo, sereno e tranquilo, observando em tudo perfeita conformidade com a Vontade Divina. (S 228).

 

28 - São José não desejava nada, não queria nada a não ser agradar a Deus; por isso vivia sempre inalterável, mesmo nas contrariedades. Espelhemo-nos nesse sublime modelo e aprendamos a nos manter calmos e serenos em todas as circunstâncias da vida. (L 228).

 

29 - É necessário pedir a São José a tranquilidade e a igualdade de espírito; ele era sempre igual a si mesmo, tanto quando dava ordens a Jesus, a Sabedoria do Pai, como quando exercia a sua profissão, ocupando-se com os trabalhos mais humildes e grosseiros. (S 173).

 

30 - Se São José não concedesse graças, não seria mais São José. (S 173).

 

31- Que São José cubra com o seu manto paterno os seus filhos devotos. (L 272).

 

 

 


ABRIL
Trabalho apostólico
Oração

 

01 - Trabalhemos todos da maneira e com a intensidade que Deus quer; Ele sabe muito bem coordenar as nossas fadigas para os seus desígnios. (L 22).

 

02 – Trabalha, trabalha para o melhoramento da juventude: também o pouco é alguma coisa e, em nossos dias, barrar o mal já é um grande bem. (L 28).

 

03 - Ah! pobre juventude, tão abandonada e descuidada; pobre geração em crescimento, deixada por demais à própria sorte e ainda muito caluniada ou, pelo menos, duramente julgada em tuas leviandades e em tua generosidade desregrada, naquela necessidade de ação mal desenvolvida, com afetos mal orientados, razão pela qual, sem culpa totalmente tua, te afastas do caminho reto! Pobre juventude! Rezemos mui particularmente por ela. (L 29).

 

04 - Situação diferente, possibilidade diferente de fazer o bem, maneira diferente de acumular merecimentos. (L 22).

 

05 - Não há tempo nem lugar onde não seja possível fazer alguma coisa. Cada palavra, cada passo, cada desejo, pode ser a matéria prima dos interesses de Jesus. (L 76).

 

06 - Uma boa palavra vale um tesouro e o Senhor jamais deixa sem recompensa a mais insignificante ação feita para a sua glória em favor do próximo. (L 28).

 

07 - São muitos os tipos de pregação: em nossa casa às visitas; na casa dos doentes às pessoas sadias; pelas ruas às crianças; aos adultos onde possível; a todos em toda parte, com os olhos, com a boca, com a pessoa toda, com o infalível "imitatores mei estote” sede meus imitadores e "luceat lux vestra” resplandeça a luz de vossas boas obras. (L 23).

 

08 - Um pregador que tenha as disposições pessoais e a missão dos superiores, tem também o auxílio de Deus, com o qual tudo dá certo. (L 35).

 

09 – Lembra-te de buscar o segredo da tua eloqüência na caridade. (L 23)

 

10 - Plantemos, reguemos, mas sobretudo tenhamos os olhos constantemente fixos no grande Astro divino, do qual desce o calor benéfico da fecundação sobrenatural. (L 29).

 

11 - Aniversário da aprovação da Congregação pela Santa Sé (1909).

Peçamos com insistência Àquele que, segundo os seus planos, dará incremento às obras de seus ministros. (L 29).

 

12 - Rezemos! Hoje em dia a oração tornou-se o maior e mais poderoso apostolado. (L 22).

 

13 - Reze, reze e reze! Não sei recomendar-te outra coisa, pois sei que o demônio nos tenta mais do que nunca e nos agride por toda parte. Não há melhor maneira de vencê-lo. (L 33).

 

14 - Qualquer outro meio de defesa pode tornar-se arma de ofensa quando não sabemos fazer uso prudente dele: mas este da oração humilde e perseverante não falha nunca. (L 33).

 

15 - Rezemos muito e de coração, rezemos mesmo sem sentir gosto, rezemos inclusive na aridez de espírito! Rezemos ao bom Deus para que nos ensine a amá-lo e que ponha, finalmente, um termo à nossa falta de fervor. (L 33).

 

16 - Nossa boca esteja sempre repleta dos louvores de Deus, começando aqui na terra o hino de louvor e de ação de graças que esperamos continuar eternamente no Céu. (S 355).

 

17 - A comunhão da oração, depois da Eucaristia, é o ponto de fé mais consolador da oração do Creio. Todos os demais nos fazem temer: este, ao contrário, coloca em nossas mãos um meio poderoso para fazer violência, por assim dizer, à misericórdia de Deus. (L 7).

 

18 - Sirvamo-nos deste grande meio que é a oração recíproca! Entrelacemos as nossas orações e que o Anjo do perdão as leve em conta no tremendo livro da purificação. (L 7).

 

19 - Não temos por acaso um meio magnífico para nos unirmos em colóquio mediante a oração mútua, que fazemos como bons colegas de ministério, quando vamos em audiência com o Rei da Glória imortal? (L 34).

 

20 - A solidariedade das boas obras, em nós sacerdotes, é o único recurso que ainda nos resta, nestes tempos em que a nossa esfera de ação é tão limitada! (L 22).

 

21 - Reforçar o vínculo da união entre os bons, à medida que se vai afrouxando entre os maus, é uma compensação que se tornou necessária pelos acontecimentos. (L 64).

 

22 - As forças internas da Igreja se multiplicam na razão inversa dos recursos externos. (L 19).

 

23 – Rezemos, e rezemos muito! Os tempos se tornam cada vez mais turvos e escabrosos. Os interesses individuais e particulares devem ceder lugar aos interesses gerais da mãe Igreja. (L 31).

 

24 - Peçamos ao Senhor que nos ilumine para fazermos a sua Vontade. (L 194).

 

25 - Bendito seja Deus que torna férteis os campos, e seja duas vezes bendito quando, castigando os pecados, também faz despertar nos corações a fé e a piedade. (L 214).

 

26 – Numa espantosa variedade de modos se destrói o Reino de Deus. Esforcemo-nos para fazer em toda parte o nosso trabalho de restauração com o auxílio do Céu. (L 76).

 

27 - É preciso voltar ao catecismo, o livro por excelência, que contém uma verdade, um conselho, um ensinamento para todos: aos reis ensina a arte de governar e ao povo delineia os princípios de igualdade e de liberdade; ao poder legislativo fornece os critérios da legislação; orienta o funcionário na administração dos bens públicos; aponta aos magistrados os caminhos da justiça; revela ao operário a honestidade no trabalho; garante ao rico seus direitos de propriedade e ao pobre assegura o pão cotidiano da caridade. (L 25).

 

28 - O catecismo é o livro por excelência. Bem vulgar seria quem o quisesse taxar de vulgaridade. Este livro revela com eficácia admirável toda a utitlidade da religião e faz de um garoto de dez anos um pensador profundo, que possui todos os grandes princípios da verdadeira filosofia e está à altura de discorrer a qualquer momento sobre a essência e os atributos de Deus, falando sem confusão da Unidade e da Trindade, da geração e da procedência das Pessoas Divinas, que conhece a gênese do mundo, a queda do homem, a vinda do Restaurador, a necessidade da graça e os meios que a difundem, o sacramento da reconciliação e a comunhão da oração. Sem dúvida alguma, nenhum filósofo poderá encarar um menino cristão na exposição exata das grandes verdades que constituem o patrimônio da nossa religião. (L 25).

 

29 - O mundo sofre por falta de fé, de esperança e de caridade. (L 25).

 

30 – Vale mais um pensamento de caridade que se desenvolve no coração do nosso Cottolengo do que mil projetos filantrópicos que se procura promover à custa de milhões espremidos das veias do povo. (L 76).

 

 

 


 

MAIO
Maria Santíssima
em nossa vida espiritual e apostólica

 

01 - Festa de São José Trabalhador.

As atividades intelectuais e aquelas manuais sejam equilibradas como dois meios que conduzem ao único fim: o serviço de Deus na imitação de São José. (L 207).

 

02 - Voltemos neste mês à escola de Maria, nossa Mestra piedosa e guia segura para o Céu. (S 232).

 

03 – Espelhemo-nos constantemente em Maria, esforcemo-nos para imitar suas virtudes e, como quem contempla um lindo quadro fica arrebatado e encantado com ele e já não pode despregar dele os olhos, assim deve acontecer conosco ao contemplarmos Maria. (S 235 ).

 

04 - Dilatemos nosso coração e atiremo-nos com terna confiança nos braços de Maria! Ela não nos abandonará. (L 350).

 

05 - Em todas as vossas necessidades, lançai-vos com plena confiança nos braços de Maria, vossa afetuosa Mãe; porque, embora sejam grandes os perigos e as tentações, vós havereis de sair sempre vitoriosos. (S 353).

 

06 - À imitação de São João, conservemo-nos sempre unidos a Maria, nossa afetuosa Mãe; sejamos devotos e fiéis a ela, ouçamos assiduamente as suas palavras e façamos dela a Rainha de nossos corações. (S 343).

 

07 - Devemos olhar sempre para Maria, e ficar constantemente com Ela. (S 188).

 

08 - Tornemo-nos pequenos discípulos de Maria e peçamos a ela a graça de poder imitá-la; imitar não nas virtudes grandes e sublimes, mas nas virtudes humildes e ocultas, que são próprias de Maria e que tão bem se encaixam na vida comum. (S 232).

 

09 - Imitemos Maria no seu grande amor ao silêncio, não falando mais do que o necessário. (L 198).

 

10 - A alma de Maria é um conjunto (complexo) de todas as perfeições, uma harmonia doce e agradável das virtudes mais lindas, de modo que, ao contemplá-la, nos sentamos estimulados a amá-la e a imitá-la. (S 235).

 

11 - Admiremos a beleza inefável da alma de Maria, a qual não é senão um maravilhoso quadro, formado por pequenos pontinhos, todos perfeitos. A beleza de Maria se compõe justamente de tantas pequenas virtudes, mas todas tão perfeitas que, juntadas em sua formosa alma, conferem-lhe um atrativo irresistível, um encanto celestial. (S 213).

 

12 - Maria, nós gostamos de vos contemplar no Céu, coroada de glória, Rainha dos Anjos, Soberana entre todos os eleitos, dispensadora de todas as graças! Mas quase nos parece que a grande distância que de vós nos separa, possa constituir obstáculo à vossa compaixão para conosco. Preferimos contemplar-vos na atitude de Rainha das Dores, aos pés de Jesus Crucificado. Achamo-nos num vale de lágrimas e o nosso coração abatido encontra maior conforto em repousar no vosso coração aflito, ó Maria! (S 341).

 

13 - Maria estreitou-nos todos ao seu peito aos pés da cruz e quanto mais lhe custamos tanto mais Ela resolveu amar-nos: a medida da sua dor foi a medida do seu amor. (S 343)

 

14 - Maria é a Mãe de Deus. A dignidade de Mãe de Deus tem algo de infinito: nem mesmo os Anjos conseguem compreendê-la; para bem compreende-la, seria necessário antes compreender quem é Deus. Pois bem, a Mãe de Deus é também nossa Mãe! (S 261).

 

15 - Deus concedeu ao mundo um dom incalculável ao lhe dar Maria. E pensar que, se tivesse sido necessário para a minha alma, Ele a teria concedido a mim somente! (S 193).

 

16 - A Igreja nos dá Maria Santíssima como guia e mestra e quer que consideremos com freqüência o seu coração, que é como um espelho nítido no qual se refletem todos os afetos de Jesus. (S 341).

 

17 - Se devemos declarar excomungado quem ousa diminuir a devoção à Virgem Mãe, por outro lado, devemos multiplicar os nossos esforços para divulgar o seu culto. (S 32).

 

18 - Deus amou tanto Maria e a elevou a tamanho grau de santidade que nós nem o conseguimos compreender! (S 212 ).

 

19 - Alguns santos Padres disseram que a distância que existe entre nós e Maria Santíssima é infinita. Mas nós a podemos sempre diminuir tornando-nos seus verdadeiros devotos. (S 212).

 

20 - Maria! Sem vós, Mãe amantíssima, como teremos nós, pobres infantes, coragem de nos aventurar por caminhos desconhecidos? Jesus, Maria, José, Anjos e Santos nossos Protetores, queremos caminhar convosco. Qual é a estrada mais segura? (L 24).

 

21 - Do Céu, onde está sentada como Rainha, Maria Santíssima nos olha sempre com imenso e suave afeto, tremendo e suspirando por nós; e, como Mãe cheia de ternura, a todos nos escuta para nos introduzir no lindo Paraíso. (L 209).

 

22 - Fiquemos tranquilos: o Senhor tem seus olhos abertos sobre nós e a nossa Mãe Maria Imaculada está sempre pronta para vir ao nosso encontro na hora do perigo. (S 353).

 

23 - Maria nos estende sempre sua mão materna para nos socorrer e nos fazer subir mais facilmente ao Céu; outra coisa não nos resta senão aceitar a sua oferta caridosa. (S 212).

 

24 - Ó Maria, fazei-me todo vosso, para que eu seja todo de Jesus. (S 233).

 

25 - Procuremos colocar tudo nas mãos de Maria para que Ela tudo apresente a Jesus. (S 193).

 

26 - Paraíso! Ah! que essa palavra nos comunique aquela serenidade de espírito que transparecia no rosto de São Filipe Néri ao pronunciá-la! (L 52).

 

27 - São João, o Apóstolo predileto, foi o primeiro membro da família de Maria: ele era virgem, e isso é uma linda prova da predileção de Maria pela virgindade. (S 343).

 

28 - Há uma virtude que resplandeceu de modo muito particular na Virgem Imaculada, nossa Mãe, uma virtude predileta de Jesus e que também nós devemos possuir, pois ela é o adorno mais lindo da alma: quero dizer a pureza, a virtude com a qual o homem imita os Anjos, aliás, os vence em merecimento, pois eles são puros por natureza, nós por graça: eles, não tendo corpo, são puros por necessidade, nós por vontade, pois nós devemos combater, vigiar, rezar muito e mortificar-nos para obter e conservar essa virtude tão delicada. (S 356).

 

29 - A santa pureza é guardada pela virtude da humildade, sua irmã. Ah! Ninguém pode ser puro se não for humilde! E a Virgem Santíssima foi enriquecida por uma pureza tão singular e resplandecente porque foi sumamente humilde. (S 358).

 

30 - São José Marello.

A palma da vitória está no Céu para quem sabe morrer triunfalmente. (L 23).

 

31 – Que a Mãe Santíssima nos guarde sempre debaixo do seu manto! (L 17).

 

 

 

 


 

JUNHO
Caridade
Espírito Santo

 

01 - Quando sentimos o coração duro e irritável, vamos buscar um pouco de doçura no Coração de Jesus. (S 176).

 

02 - É preciso ser fortes e afáveis, como São Francisco de Sales. (S 174).

 

03 - A nossa bondade não deve ser exclusivista, carrancuda e indiscreta, como a daqueles que gostariam que fossem todos como eles. A verdadeira santidade deve ser afável, tolerante, universal, multíplice; deve estender-se a todas as pessoas, acomodar-se a todos os estados e a todas as condições, e não se limitar à esfera de uma bondade exclusiva e construída à nossa maneira, não conforme ao espírito de Jesus. (S 329).

 

04 – É a caridade que deve predominar sobre todas as nossas ações: ela consolida a fé, aumenta a esperança e nos une mais intimamente a Deus. (S 202).

 

05 - A respeito da caridade, devemos ser ternos e simples como crianças. (S 195).

 

06 - A caridade é o vínculo da unidade. (L 76).

 

07 – Em sua generosidade, muitas vezes Deus prefere ficar na retaguarda e estender a mão aos outros, fazendo passar os atos de caridade à frente daqueles de piedade, ou ainda se digna atribuir aos primeiros o valor e o merecimento dos segundos. (L 202).

 

08 - Quando se deve corrigir alguém, é preciso antes invocar o Espírito Santo, em seguida dizer com fineza a coisa, de maneira que se saiba que não é o amor próprio que nos motiva, e sim o desejo de que todos sirvam fielmente a Deus. (S 196).

 

09 - Não se deve mover a língua, o coração ou o pé sem antes invocar o Espírito Santo. (S 173).

 

10 - Invoquemos sempre o Espírito Santo em cada ação nossa! Invoquemo-lo para que Ele seja a nossa alegria, o nosso sustentáculo e o nosso guia seguro para o Céu. (S 347).

 

11 - Às vezes Jesus se afasta de nós para que não nos apeguemos demais às alegrias sensíveis. Mas, ao afastar-se, nos envia o Espírito Santo, o Espírito Consolador, que nos sustenta, ajuda, conforta e, embora não o vejamos com os sentidos, todavia experimentamos seus bons e salutares efeitos. (S 346).

 

12 - Não nos cansemos de invocar o Espírito Santo e de suplicar-lhe, sem cessar, que venha morar em nós e em nós fixar duradoura morada. (S 348).

 

13 - Quando o Espírito Santo nos vê definhar em nossa fraqueza, logo se insinua em nosso coração e, com santas inspirações, com luzes celestiais, com movimentos internos, procura despertar-nos, reforçar a nossa fé, dilatar o nosso coração, devolvendo a paz e a alegria à nossa alma. (S 346).

 

14 - Vinde, Espírito de verdade, iluminar as nossas mentes! Vinde, Espírito de alegria, consolar os nossos corações! Vinde, Espírito de piedade, despertar em nossas almas sentimentos vivíssimos de amor a Jesus! (S 347).

 

15 - O triunfo de luz, de cantos, de perfumes e de mil coisas lindas que envolvem, por uma hora, o Rei da glória, simboliza as festas triunfais com que Jesus é glorificado continuamente por uma alma eleita. (L 190).

 

16 - Sente-se um aperto no coração ao pensar na multiplicação dos roubos sacrílegos e na incapacidade de erguer uma barreira contra tanta impiedade. Pobre Jesus, perseguido, desprezado, despojado até no pacífico refúgio do Sacrário. (L 209).

 

17 - Como um dia no Calvário, assim agora nas igrejas Jesus não quer defender-se de outra maneira senão com a força do amor, e tolera sempre as violências dos bandidos para ceder lugar à caridade das almas piedosas das quais espera conforto e reparação. (L 209).

 

18 - Não devemos servir o Senhor pelas consolações e pela satisfação que sentimos, mas para honrá-lo e consolá-lo. (S 359).

 

19 - Também nas coisas do espírito saibamos contentar-nos com o que Deus crê seja melhor conceder-nos, sem nos apegar demasiadamente ao fervor sensível ou ambicionar consolações espirituais. (S 359).

 

20 – Seja qual for o caminho pelo qual o Senhor nos conduza, se lhe formos sempre fiéis, nos encontraremos um dia no Paraíso, onde teremos acumulado numerosos merecimentos e glória, e tanto mais nos regozijaremos e nos deliciaremos em Deus, quanto menos tivermos desfrutado de suas consolações aqui na terra. (S 359).

 

21 - Procuremos também nós imitar São Luís Gonzaga, este grande santo que, mais que criatura desta terra, poderia ser chamado Serafim do céu. E nós, se não pudermos imitá-lo nas virtudes extraordinárias que praticou, imitemo-lo ao menos nas virtudes ordinárias e comuns. (S 237).

 

22 - Não podemos duvidar do amor de Jesus por nós; então, coragem! (S 359).

 

23 - Somos soldados de Jesus Cristo e, como tais, devemos, em algumas circunstâncias, demonstrar o nosso valor e a nossa coragem em defender a sua e nossa causa. Mas isso deve ser feito sempre com prudência e com o único fim de buscar a glória de Deus. (S 233).

 

24 - Nem a altura do cargo, nem a grandeza e a nobreza das pessoas, nem mesmo os honrados cabelos brancos deverão nos impor silêncio quando se trata de defender Quem para nós é mais que pai, mãe, irmão, irmã, rei ou príncipe: o próprio Deus, nosso primeiro e único amor, nosso Criador, Redentor e Senhor, o único ao qual queremos servir. (S 234).

 

25 - Quando se trata de defender a religião, podemos muito bem falar com força e vivacidade, sem por isso faltar com o respeito a ninguém. (S 233).

 

26 - Guerra à transigência! Quem transige está perdido! (L 9).

 

27 – Levantemo-nos deste baixo horizonte de pigmeus e ocupemos a posição que nos cabe como ministros de Deus Nosso Senhor. (L 23).

 

28 - A Igreja possui ainda recursos tais que são capazes de fazer tremer os seus inimigos. (L 18).

 

29 – Restauremos os lindos tempos da antiguidade, quando o sacerdócio se mostrava venerando aos povos pela vivíssima fé e pela caridade profunda! (L 11).

 

30 - Solene tumulação dos despojos mortais de São José Marello no Santuário da Casa-Mãe em Asti. (1923).

Atualmente não temos senão um tênue reflexo da fé e da caridade apostólica. São Paulo! Oh! a grande figura típica do Cristianismo! (L 11).

 

 

 

 


 

JULHO
Desapego
Leituras
Obediência

 

01 – Vós estareis no mundo, mas vossos olhos não o verão e, passando além das coisas desta terra, contemplarão o Paraíso que vos espera; e, embora tenham que ver o mundo, será através do Coração de Jesus e somente para implorar misericórdia para ele. (S 354).

 

02 – Vós estareis no mundo, porém vossos ouvidos não prestarão atenção às vozes e às conversas do mundo, às blasfêmias e às impiedades dos homens, mas já ouvirão os cantos dos anjos que vos chamam a si; mesmo que ouçam essas vozes, será apenas para vos oferecer como vítimas de reparação ao amor desprezado de Jesus. (S 354).

 

03 - Cristo ressuscitou, Cristo vive, Cristo reina, Cristo está no meio da sua Igreja, terrível e formidável. Ele disse uma grande palavra: "Confidite: Ego vici mundum” Tende confiança, eu venci o mundo. Lutemos e confiemos! (L 39).

 

04 – Há na natureza algumas substâncias que, por sua propriedade natural, não seguem a lei comum e, colocadas na água, não se molham, atiradas ao fogo, não se queimam; assim vós, embora no mundo, não deveis pertencer ao mundo, mantendo-vos alheios aos seus interesses, às suas honrarias, aos seus princípios e às suas festas. (S 354).

 

05 – Vós estareis no mundo, mas não pertencereis ao mundo, nem o mundo poderá reclamar direito algum sobre vós. Vós vos achareis rodeados pelas perversidades da terra, mas vos conservareis sempre puros e sem mancha. (S 355).

 

06 - Trabalho com pureza de intenção, oração confiante e perseverante, total conformidade à vontade divina: este é o distintivo dos verdadeiros ministros do Senhor. (L 41).

 

07 – Esta, pois, é a nossa missão: fazer conhecer, fazer amar, fazer viver a doutrina de Jesus Cristo. (L 25).

 

08 – Tu me pedes conselho sobre os livros que deves ler? Minha humilde opinião é esta: poucos e bons. (L 5).

 

09 - Os efeitos da leitura nem sempre são imediatos, o que nos leva muitas vezes a duvidar do proveito com que lemos. Tenhamos como certo que tudo o que lemos com convicção e amor fica profundamente gravado em nós e nunca mais se apaga. (L 5).

 

10 - Cada livro que lemos é como um átomo que integramos à massa; o tempo, ou melhor, Deus fecunda a assimilação. (L 5).

 

11 – Lê a vida dos santos. Experimenta e depois me saberás dizer algo. Temos necessidade de nos elevar um pouco à altura dos grandes modelos, de erguer o tom do nosso diapasão moral, de nos arrancar, de vez, das nossas promessas e renovação de promessas. (L 23).

 

12 – Lê, relê, medita! (L 31).

 

13 - É preciso meditar sempre. Deus disse a Abraão: "Anda na minha presença e serás perfeito". Então ainda não havia a regra de meditar: mas, fazendo assim, ele meditava constantemente. (S 194).

 

14 - Após a leitura do ponto de meditação, deixemos que o Senhor fale; e se prestarmos atenção, quantas coisas nos serão ditas por Ele, muito melhores e mais oportunas e eficazes do que as do livro! (L 157).

 

15 - Um bom livro espiritual, um bom diretor de consciência (e este Deus pode suscitá-lo, conforme a necessidade, no mais humilde capelão do interior), e avante: fechar os ouvidos para as vozes do demônio e escutar apenas as vozes de Deus, que fala de mil maneiras aos seus fiéis. (L 19).

 

16 - Quantos, obedecendo à palavra de seu Diretor espiritual, têm feito com coragem e com sucesso aquilo que, a seu ver, nunca teriam ousado! (L 19).

 

17 - Obedecer, obedecer cegamente; em causa própria, não confiar no próprio discernimento: eis o segredo da vida cristã, o talismã da santidade. (L 19).

 

18 – Embora louvável e santa, qualquer obra pode resultar em prejuízo comum, quando não provada pela obediência. (L 76).

 

19 - O demônio pode intrometer-se de mil modos, até com aparência de favorecer os interesses de Jesus: o único e infalível controle é a obediência. (L 76).

 

20 - A caridade é o vínculo da unidade e a obediência é a sua salvaguarda. (L 76).

 

21 – A experiência ensina: onde a obediência não reina com a plenitude de seus poderes, de nada adiantam os regulamentos e os cuidados mais rigorosos! (L 76).

 

22 - A obediência pode substituir tudo e com êxito infalível. As vidas dos santos fundadores de Ordens religiosas são uma demonstração evidente desta verdade, nunca suficientemente colocada em evidência nas instituições onde se devem administrar muitas vontades para um único fim. (L 76).

 

23 - A única base, o princípio fundamental da Congregação de São José é a submissão incondicional às disposições superiores, conformando sempre a própria iniciativa à iniciativa superior. Portanto, nada seja empreendido pelos membros da Congregação que não seja animado por esse espírito de submissão à direção alheia, determinada, essa também, por uma obediência mais alta e proveniente de um só Motor, para o qual hão de convergir todas as vontades. (L 76).

 

24 - Contristemo-nos porque não poucos irmãos deixaram definhar os germes desta virtude, que São José queria bem arraigada em seus corações: lastimemos a sua sorte e façamos dela objeto de meditação para nós. (L 234).

 

25 - Ah, a obediência! (não aquela que, às vezes, pretende abrir um olho para olhar um pouquinho o seu interesse, mas aquela que se chama cega), quantas graças nos obtém do Céu, para não pormos os pés em falso e para atinarmos com segurança a meta! (L 234).

 

26 - Quanto mais os perversos sentem movimentos de independência que os levam a sacudir todo jugo, tanto mais os bons sentem tendência a submeter o coração ao princípio de autoridade. (L 64).

 

27 - De nossa parte, façamos sempre a balança pender para o lado da autoridade, e poderemos esperar que Deus, autoridade suprema, de mil modos e em coisas de ordem mais elevada, fará com que a mesma balança penda em favor da nossa causa, sem que outros percebam e, às vezes, até a seu contragosto. (L 225).

 

28 – Sede sempre obedientes, ainda que a obediência exija grandes sacrifícios. (S 354).

 

29 - É preciso obedecer sempre, custe o que custar, ainda que nos custe o sacrifício das afeições mais suaves e delicadas. Assim era o amor que Jesus consagrava a Maria e a José, cujos corações ele sabia despedaçados pela dor da sua perda. (S 345).

 

30 - A quem foi dito: "Ego ero merces tua magna nimis” Eu serei a tua recompensa infinitamente grande"? A Abraão obediente e fiel. (L 248).

 

31- Recomendo-vos a obediência! Tende grande estima por essa virtude: ela vos fará ricos em méritos para o Céu. (S 354).

 

 

 

 


 

AGOSTO
Vontade de Deus
Sacrifício
Compromisso

 

01 - Façamos com paciência o nosso trabalho, esperando a carta de "dispensa", que nos dará o direito de voltar à terra natal, ao seio da família, à casa do Pai, que está nos Céus. (L 36).

 

02 – Tu deverás ficar contente com o papel que o Senhor te conceder aqui na terra, com a confiança de que, graças à ajuda divina, te será fácil desempenhá-lo de maneira que possas merecer uma grande recompensa no Céu. (248).

 

03 - Conformidade total com a vontade de Deus: eis o grande meio para progredir no caminho da perfeição; mas, por sua vez, esse meio torna-se o fim com relação aos meios que devemos utilizar para obtê-la. (L 52).

 

04 – Concedamos sempre a vitória a Deus, mesmo quando isso repugna ao nosso amor próprio. E, se nem sempre podemos sentir nisso aquela doçura e aquela paz que o sacrifício cumprido traz consigo, supra a isto a fé e, voltando o nosso olhar para o Céu, exclamemos: Paraíso! Paraíso! (S 234).

 

05 – Acima de tudo considera sempre que tu estás fazendo a vontade de Deus, alinhando a proa da tua embarcação para onde aponta o capitão do leme. (L 83).

 

06 - TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR JESUS CRISTO.

Abracemo-nos em Cristo e, no momento de nos juntar a Ele na união mística da Eucaristia, transfiguremo-nos. (L 11).

 

07 – Exclamemos sempre harmoniosamente: “Fiat voluntas Dei in omnibus”: Seja feita a vontade de Deus em tudo e, por enquanto, meditemos sobre os fatos que vão acontecendo com a permissão divina. (L 234).

 

08 – Vivamos o dia a dia, esforçando-nos para reconhecer em cada acontecimento a vontade de Deus Nosso Senhor. (L 68).

 

09 - Nem sempre é o fogo que faz avermelhar a grelha! (L 157).

 

10 - Quando algum de nós tiver a tentação de descer de sua grelha ou de trocá-la, lance um olhar às grelhas dos outros, mais quentes, e alto lá: quando muito, mudar de lado. (L 157).

 

11 - Quando estivermos angustiados, procuremos fazer aquilo que aconselharíamos aos outros. (S 193).

 

12 - Pensemos no prêmio sublime com que Deus quer recompensar os nossos pequenos sacrifícios e nos sentiremos mais fortes para aguentar a luta. (S 234).

 

13 – Encorajemo-nos, pois um dia todos os nossos sofrimentos e amarguras se transformarão em outras tantas consolações: por enquanto nos ajudam a viver aqui o nosso purgatório, para que, depois da morte, possamos voar imediatamente para o Céu. (S 234).

 

14 - Quando a mortificação nos custar, digamos a nós mesmos: o Paraíso é sublime! (S 175)

 

15 - Assunção da Bemaventurada Virgem Maria - Aniversário da Crisma de São José Marello (1855).

Os sofrimentos são o começo da união com o Amor Eterno, mas somente a morte pode torná-la perfeita e indissolúvel. (L 232).

 

16 - Uma vez fixada a meta, ainda que o céu venha abaixo, é preciso olhar lá, sempre lá. (L 10).

 

17 – Saber coordenar todos os nossos pensamentos, todos os nossos afetos, todas as nossas energias numa ideia fixa: viver nessa ideia, apaixonarmo-nos por ela, sublimarmo-nos nela. (L 9).

 

18 - O entusiasmo juvenil, como o éter, quando deixado em vaso aberto, volatiliza-se e se dispersa. Não devemos confundir a vontade passageira, por isso insuficiente, com a vontade permanente, que é eficaz. (L 10).

 

19 - Quem é vacilante nas convicções será sempre fraco e incapaz. Ao inverso, é preciso crer sempre, com equilíbrio, com inteligência e com firmeza. (L 10)

 

20 - As grandes inteligências de nada valem. São os homens de caráter que abalam o mundo. (L 10).

 

21 - A decadência moral das nações depende, em grande parte, da posição liberalizante da mulher na sociedade. Ressurja nelas, por um instante, a consciência da antiga dignidade, e com as moças honradas, com as esposas fiéis, com as mães educadoras, veremos surgir uma geração de jovens estudiosos e honestos, de esposos virtuosos e amantes do lar, de pais de família exemplares. (L 5).

 

22 – Como os fluidos, o homem pode elevar-se, pois tanto se pode quanto se quer, e tanto se quer quanto se sabe. (L 9).

 

23 - Antes de tudo, se quisermos possuir a potência e a fortaleza necessárias para o nosso propósito, deveremos buscar a nossa força no Céu. (L 9).

 

24 - Sem fé não pode haver caridade, sem caridade não pode haver nada, absolutamente nada. Portanto: “renovamini spiritu, etc...”: renovemos o nosso espírito a cada dia, a cada hora. (L 9).

 

25 – Trata-se de combater sem trégua o espírito de relaxamento que tenta intrometer-se em tudo. Ele destrói fatalmente os melhores projetos e os mais nobres propósitos. Querer sempre, custe o que custar! (L 9).

 

26 - Nós contra nós mesmos: o "eu" bom que combate o "eu" mau; o "eu" de um instante, mas de um instante sublime, que se levanta para combater o "eu" de todas as horas, o "eu" do passado, o "eu" do velho sistema: é o "eu" que quer uma vez por todas, mas que se multiplica a cada instante naquele ato de vontade eficaz. (L 9).

 

27 - Vontade: este é o nosso lema; mas aquela vontade íntegra, eficaz, infalível, que, no dizer de Dante, "... tenne Lorenzo in su la grada, e fece Muzio alla sua man severo: manteve Lourenço sobre a grade ardente e fez Múcio castigar a própria mão”! (L 9).

 

28 - Trabalho e boa vontade e o passado nos poderá servir de lição para o futuro. (L 9).

 

29 - O potencial do homem é indefinido; tudo depende do valor do coeficiente: dois fatores que se multiplicam, que se fundem e que se transfiguram num grande produto. (L 9).

 

30 – Cristo é um coeficiente infinito em nossos corações... E nós, pobres cifras do nada, podemos multiplicar-nos, aos poucos, até à grandeza dos valores infinitos. (L 11).

 

31 - Se Gregório VII, filho de um pobre fabricante de barris, conseguiu revolucionar o mundo e fundar uma civilização nova sobre as ruínas do barbarismo, foi porque sentia o poder da "combinação" diária com o seu Deus, razão pela qual se tornava, de simples que era, homem de uma têmpera divina. (L 9 ).

 

 

 


 

SETEMBRO
Alegria
Paixões
Pequenas coisas

 

01 - A maldade não entra no Céu. (S 196).

 

02 - A tristeza é inimiga do bem. (S 197).

 

03 - Precisamos ter paciência também conosco mesmos. (S 196).

 

04 – Banimento aos escrúpulos, que são a peste, repito, a peste da vida espiritual: é preciso sufocar no nascer todo desejo fantasioso; não voltar atrás para refazer o caminho; não correr adiante demais, nem se demorar demais para ver se o passo foi acertado; confiança em Deus que está ao nosso lado para corrigir nossos erros, inevitáveis mesmo quando temos a melhor intenção do mundo. (L 168).

 

05 - Vivamos alegres para nos conformar ao preceito: “Servite Domino in laetitia”: Servi ao Senhor com alegria. (L 72).

 

06 - Devemos demonstrar, também exteriormente, a santa alegria que Deus derrama em nosso coração, conservando sempre um aspecto agradável e sereno. Desse modo procuraremos a felicidade para nós e para os outros e, ao mesmo tempo, poderemos avançar a passos largos no caminho da perfeição. (S 238).

 

07 - Quando pudermos fazer resplandecer um raio das alegrias que veem do céu em meio às alegrias terrenas, então o nosso coração ficará mais satisfeito, a nossa felicidade será mais completa. (L 3).

 

08 – Sinto-me feliz em saber que a alegria espiritual reina entre os filhos de São José. (L 168).

 

09 - Devemos ser santamente alegres e estar contentes com tudo, até com nossas falhas, pois elas nos exercitam na humildade. (S 193).

 

10 – Sintamo-nos satisfeitos mesmo quando não estamos contentes: basta-nos que Deus esteja contente. (S 183).

 

11 - As inquietações, convençamo-nos bem disso, sempre veem da parte do demônio. (L 19).

 

12 - Pensar que os outros não nos amam é tentação e aflição de espírito: Deus nos ama, e isso nos deve bastar. (S 197).

 

13 - Uma alma sacerdotal é algo maravilhoso diante do mundo, dos Anjos e do próprio Deus. (L 23).

 

14 - Exaltação da Santa Cruz.

Amemos a cruz, pois é ela que nos deverá introduzir no Céu. (S 209).

 

15 - Nossa Senhora das Dores.

“Sic Maria dilexit mundum ut Filium suum unigenitum daret”: Maria amou tanto o mundo que por ele sacrificou o que tinha de mais precioso! (S 343).

 

16 - Jesus aceita com prazer todas as ofertas que lhe fazemos: orações, esmolas e boas obras; mas agrada-lhe sobretudo o sacrifício do nosso amor próprio. (S 235).

 

17 - Amor! Palavra inesgotável que sintetiza todas as demais; sem ela, todas as outras seriam frias como túmulos: é ela que alegra, enobrece e orienta para o destino eterno o peregrinar humano. Mas essa palavra inefável não se pronuncia com os lábios, nem se escreve com tinta. A articulação da língua e o gesto da mão de nada servem quando o coração não palpita: é o coração que a faz vibrar, o coração que recebeu o primeiro impulso do Amor Eterno. (L 40).

 

18 - As distrações do mundo tendem todas a neutralizar em nós o sentimento sobrenatural do amor para substituí-lo pelo espírito individualista enxertado sobre os instintos egoístas que carregamos por natureza. O nosso ministério, ao contrário, põe constantemente diante de nossos olhos os exemplos mais resplandecentes de abnegação e de amor, a começar pelo Homem-Deus, que sacrificou a si mesmo como vítima de amor, até a última velhinha que oferece a Deus a sua humilde oração, intercedendo pelos irmãos pecadores. (L 8).

 

19 - Aniversário da Ordenação Sacerdotal de São José Marello (1868).

Ah, se pudéssemos enviar uma súplica ao Pai do Céu para que faça expulsar da terra aquela terrível fera que é o amor próprio: a vida seria maravilhosa neste mundo! Mas não! Se Deus não nos permite acabar com esse monstro, todavia não nos recusa as forças necessárias para nos livrar das suas mordidas venenosas, quando nos ataca. (L 5).

 

20 - Quando alguém se sentir irritável e mal humorado, suspenda a sua ocupação, vá à igreja, dirija-se a Deus e não se apresente em público. (S 196).

 

21 - Quando a paixão enfurece por dentro, é preciso calar. (S 177).

 

22 - Para praticar o bem, as próprias paixões ajudam: ajudam quando não tomam o predomínio e se deixam guiar pela razão, a cujo serviço as devemos submeter com a graça de Deus. (L 207).

 

23 – Tenhamos até mesmo um certo egoísmo, mas com um fim espiritual, que nos incite a uma santa competição para conseguir as virtudes. (S 233).

 

24 – Nas coisas espirituais não só é permitido, mas é até forçoso aquele egoísmo santo, graças ao qual cada um sonha de se enriquecer o mais que pode dos tesouros espirituais, dos quais quanto mais se retira tanto mais se multiplicam; trata-se de um manancial ilimitado: por mais que se beba, ele nunca se esgota. (S 233).

 

25 - Busca sempre a perfeição em tudo, até nas pequenas coisas. (S 237).

 

26 - As grandes virtudes são justamente o prêmio da nossa fidelidade nas pequenas coisas. (S 351).

 

27- Cuidemos de santificar as pequenas coisas: um pequenino ato de paciência ou de caridade, acompanhado de reta intenção, adquire valor imenso aos olhos de Deus. (S 232).

 

28 – Sede extraordinários nas coisas ordinárias. (M 9/94/17; cfr. S 268).

 

29 - Quanto mais alguém trabalha sem pendor natural e guiado tão somente pela fé tanto melhor consegue enganar o demônio. (L 87).

 

30 - Tudo sempre para a maior glória de Deus Nosso Senhor. (L 18).

 

 

 


 

 OUTUBRO
Silêncio
Simplicidade
Provações

 

01 - Reze, reze muito. Estes dias são de recolhimento: preparemo-nos em silêncio, esperando o sinal de Deus. (L 25).

 

02 - SANTOS ANJOS DA GUARDA.

Cada hora que soa é um passo a menos que temos de dar. Coragem! O nosso bom anjo será o nosso guia. (L 42).

 

03 - No silêncio a alma se prepara para lançar aquele (o) grito altíssimo que deverá ecoar por todo o horizonte católico. (L 23).

 

04 – No segredo se forma o herói, tal como desabrocha a semente na natureza. (L 23).

 

05 - No silêncio se cristalizam as grandes personalidades, assim como na concha humilde endurece a gota de orvalho que, transformada em pedra preciosa, ornará a fronte das filhas do rei. (L 23).

 

06 – Sede monges em casa e apóstolos fora de casa. (M 9/94/19).

 

07 - A simplicidade é uma virtude que, mais do que qualquer outra, nos aproxima, da perfeição do nosso Pai Celeste. (L 76).

 

08 - A ação do Espírito Santo em nossas almas é, basicamente, um trabalho de simplificação. (L 76).

 

09 - A maior parte das nossas ações perde o seu fruto por causa da complicação dos elementos que concorrem para a sua formação. (L 76).

 

10 - As obras dos Santos, que os séculos têm reverenciado, foram sempre marcadas pelo selo da simplicidade, que, afinal, outra coisa não é senão uma fé inabalável na Providência, fé única e despojada de qualquer preocupação humana. (L 76).

 

11 - A questão do "dinheiro" já nos deteve por demais inclinados para o baixo e é tempo de proclamar o “sursum corda”: corações ao alto. (L 158).

 

12 - Vamos em frente dia após dia, como Deus quer, e "Deo Gratias”: demos graças a Deus por tudo o que ele determinar. (S 286).

 

13 - E depois, depois, depois... aquilo que a Providência quiser! Porque com estes benditos “depois” acabamos por fazer violência às leis providenciais que governam os acontecimentos; e isso não fica bem, mesmo que seja por passatempo. (L 53).

 

14 - Sabemos por fé que tudo é providencial nesta terra, e essa fé é a vitória que vence o mundo. (L 64).

 

15 - Sofrer ou morrer! Após ter experimentado quanto fosse sublime sofrer com Jesus, Santa Teresa descobriu que morrer era infinitamente mais nobre, porque sinal de união eterna com o Esposo Divino. (L 232).

 

16 - Tudo se vai desenvolvendo pela corrente do tempo, e o tempo está nas mãos de Deus. (L 25).

 

17 - Sejamos gratos ao Deus bendito que, pela sua misericórdia, sempre nos oferece novos meios de salvação. (L 64).

 

18 - Deus cuida de nós com o mais terno carinho. (S 212).

 

19 - Suportemos os males com resignação, e contentemo-nos com aquela pequena parcela de bem que Deus nos deixa nestes tempos difíceis. (L 72).

 

20 - Benditas sejam até as trevas quando as adensa a mão do Senhor. Caminharemos cheios de confiança no escuro, pensando que os anjos cuidam de nós para não deixar que tropecemos. (L 272).

 

21 – Caminharemos a passinhos curtos, se não pudermos correr e nem andar ao passo, no entanto ficaremos de pé. Mas quando chegará a luz? Eis o segredo de Deus. (L 272).

 

22 - Podemos suspirar pela luz como suspiramos pela aurora matinal, mas tal como esta, não podemos adiantá-la de um instante sequer. Devemos todavia ficar de olhos abertos para o Oriente, exatamente para o ponto onde a luz do dia costuma aparecer; que não nos aconteça de confundi-la com a aurora boreal, que engana o peregrino. (L 272).

 

23 – Nós não conseguiremos conhecer em seus segredos a grande economia da Providência, mas sabemos, com efeito, que a fé realiza todos os dias grandes milagres nas almas. (L 19).

 

24 – Nós não podemos praticar um só ato de virtude que não seja obra do Espírito Santo. (S 345).

 

25 - Quem é que põe em nosso coração o gosto que sentimos pela conquista da virtude, o desejo de agradar a Deus com a mortificação dos nossos sentidos? É justamente aquilo que chamamos de Espírito bom, o qual trabalha e atua sem parar em nossas almas. (S 345).

 

26 - É algo espantoso o pensamento dessa corrente circular de graças, onde cada anel é uma força da qual depende a nossa salvação eterna. (L 52).

 

27 – Portanto, cada momento que passa é uma nova oportunidade que devemos aproveitar e da qual, um dia, deveremos prestar contas a Deus; por isso, cada minuto que vai sendo marcado no relógio pode marcar no tempo o instante solene do qual depende o nosso destino eterno. ( L 52).

 

28 - Deus nos dá sempre a graça para vencer; mas Ele nada pode fazer se nós não o ajudamos com a boa vontade. (S 235).

 

29 - Quando tiveres menos vontade de pronunciar palavra, então é tempo de falar. (S 197).

 

30 - Esforça-te para ser o que não és e para não ser o que és. (S 192).

 

31 - Peçamos a Deus que nos torne santos, logo santos, com aquela santidade que Ele quer. (S 172).

 

 

 


 

NOVEMBRO
Igualdade de espírito
Humildade

 

01 - FESTA DE TODOS OS SANTOS.

Oh! Peçamos que desponte também para nós, bela e luminosa, a suspirada aurora da nossa ressurreição. (L 30).

 

02 - COMEMORAÇÃO DE FINADOS.

Aos caros falecidos, que terminaram no beijo do Senhor a sua jornada na terra, "luceat perpetua lux in Regno caelorum” brilhe a luz eterna no reino dos Céus. (L 278).

 

03 – Ainda que no meio do combate nos encontrássemos despojados de qualquer boa disposição, aliás até tomados por grande aversão à luta, não devemos desanimar: é justamente nesses momentos que Deus nos quer provar, fazendo-nos agir somente por fé... É esse pouquinho de fé que nos deve salvar e que será mais largamente recompensado no Céu. (S 347).

 

04 - Saibamos manter-nos naquela perfeita igualdade de espírito, que é tão vantajosa para o progresso na virtude, e conservemo-nos sempre numa tal disposição de ânimo que nos faça estar prontos para tudo, sem nunca nos perturbar. (S 237).

 

05 – É preciso ver todas as coisas à luz da fé, fazer com que a razão prevaleça sempre sobre o coração e a vontade de Deus sobre a razão: aceitar tudo das mãos do Senhor, tanto as coisas que nos agradam como as que nos desagradam, respondendo sempre e a tudo: “Deo gratias!” Obrigado Senhor! (S 237).

 

06 - Igualdade de espírito: nem alegres demais nem muito tristes: igualdade de semblante: nunca rugas na testa; igualdade nas palavras: nem severidade demasiada nem demasiada familiaridade; igualdade nas orações: nem muito depressa, nem muito devagar. (S 197).

 

07 - Fruto da igualdade de espírito é aquela alegria pura e santa do coração, que podem gozar somente aquelas almas que, indiferentes a todas as coisas da terra e a tudo o que lhes diz respeito, não se preocupam senão com a glória de Deus e já possuem Deus aqui na terra, na paz inalterável do seu coração. (S 238).

 

08 - Não devemos preocupar-nos com o dia de amanhã, mas ficar tranqüilos nas mãos de Deus, que não nos deixará faltar nada: a cada dia basta a sua aflição. (S 237).

 

09 - Se mesmo Deus quiser nos deixar sem consolações, não devemos ficar excessivamente tristes, mas continuar a rezar e a esperar, curvando com humildade a fronte e mantendo o coração alegre com a Vontade divina. (S 237).

 

10 - Devemos banir para longe de nós tudo o que pode perturbar a nossa paz. (S 197).

 

11- Mostremo-nos tranquilos e serenos, mesmo quando a tempestade enfurece no coração. (S 180).

 

12 - Às vezes acontece de sentirmos uma paz tão profunda, uma alegria tão inebriante, que já nos parece estar experimentando uma antecipação do Céu. Mas eis que de repente a mente se anuvia, o coração arrefece e desfalece; a fronte já não brilha tão serena, o olhar já não resplende com vivacidade, as ações já não procedem com regularidade... estamos possuídos pela desolação e por aflições imensas! Jesus, vendo a alma afeiçoar-se ao prazer, lembra-nos que não é no exílio que devemos alegrar-nos e sim na pátria celeste. Aqui na terra vivemos para sofrer, lutar e vencer. (S 346).

 

13 - Nos nossos tempos, dificilmente nos será pedido o sacrifício da vida como testemunho da nossa fé, mas também para nós está reservada uma bela e gloriosa palma de vitória. (S 352).

 

14 - O nosso não há de ser um martírio sangrento, mas um martírio de paciência, um martírio longo e oculto, que faz sofrer sem dar a morte e que, embora consista em pequenas coisas, todavia é grande diante de Deus e de mérito igual ao martírio de sangue. (S 352).

 

15 - Ser perseverante num princípio determinado e realizá-lo com desvelo e ardor, não é o mesmo que enfurecer-se e exaltar-se desmesuradamente. (L 207).

 

16 - Bate com força, a casca cede e a noz se quebra sem ferir a mão; bate com pouca força, a casca não se parte, a mão se machuca com o golpe fracassado e nada aconteceu: para fazer o bem é preciso energia. (L 29).

 

17 - A indecisão é a causa principal que faz os mais belos projetos se desfazerem em nada. (L 68).

 

18 - É em Roma, a grande cidade da história, que a alma de um cristão rejuvenesce e se fortalece para as lutas cada vez mais ferrenhas do mundo e do inferno contra a Igreja e contra os seus ministros. (L 52).

 

19 - Quantas forças a nós ainda desconhecidas, quantos segredos para a nossa limitada experiência, quantos campos de ação por nós inexplorados! (L 18).

 

20 – Ter cuidado com as palavras que se dizem parece pouca coisa, mas ao invés é uma grande virtude. (S 197).

 

21 - Quando estamos conversando, devemos prestar atenção para responder à altura, mas o nosso coração deve estar sempre unido a Deus. (S 198).

 

22 A humildade é absolutamente necessária para manter a pureza. Dai-me uma alma pura como um anjo e dizei-me que ela é arrogante, e eu vos responderei que ela não conservará a sua candura por muito tempo e cairá. (S 358).

 

23 - A humildade não é apenas guarda da pureza, mas é também segurança do precioso dom da fé. (S 358).

 

24 - Quem não sabe submeter seu ponto de vista e deixar-se guiar, muitas vezes errará e cairá miseravelmente; e, por causa da teimosia em não se reconhecer culpado, o demônio não permitirá que se arrependa e, de abismo em abismo, o levará à perdição. (S 358).

 

25 - Sede humildes de coração, submetei sempre o vosso ponto de vista ao dos outros, pedi conselho em tudo, não confieis nunca em vós mesmos, mas em todas as vossas dúvidas, recorrei aos vossos superiores, os quais são iluminados por Deus para vos aconselhar e vos orientar. (S 358).

 

26 - Humilhar-se é um grande remédio contra as tentações. (S 198).

 

27 - Humildade em tudo, até em virar os olhos e em mexer as mãos. (S 198).

 

28 - Quando formos elogiados, ponhamo-nos a sorrir e pensemos que Deus vê o interior. (S 198).

 

29 - Sejamos sempre humildes, mesmo nas boas obras, porque, às vezes, começamos um trabalho com reta intenção, mas lentamente se introduz um pouco de amor próprio, de vaidosa satisfação, e lá se vai a reta intenção. (S 231).

 

30 - Santo André, fazei com que também eu ame a cruz. (E 193).

 

 

 


 

DEZEMBRO
Defeitos
Progresso espiritual
Correspondência

 

01 - Consolemo-nos por nos acharmos na impossibilidade de pagar as muitas dívidas contraídas com Jesus, pois esse pensamento servirá para nos manter na humildade e para nos fazer sentir uma gratidão sempre mais viva para com o celeste Credor.(S 235).

 

02 - Humilhemo-nos ao considerar os nossos defeitos, mas por outro lado alegremo-nos com a bondade e a misericórdia de Jesus que nos quer perdoar: alegremo-nos com as dívidas de gratidão que nos unem cada vez mais intimamente a Ele. (S 234).

 

03 - Deus faz sempre o que é melhor para nós. (S 176).

 

04 - As contrariedades e os sofrimentos que nos perturbam são como tantas outras cruzes sobre as quais está escrito o nome de Jesus. (S 209).

 

05 - A experiência nos ensina todos os dias: nas obras, ficamos sempre abaixo do que prometemos em palavras. (L 8).

 

06 - Quanto mais se vê, mais se aprende. A vida é um álbum cheio de fotografias em tamanho natural. (L 15).

 

07 - As coisas vistas por cima e naquela luz na qual na qual as nossas idéias preconcebidas no-las mostram, são julgadas de uma maneira; mas vistas e examinadas melhor de perto, devem ser julgadas posteriormente de outra maneira. (L 239).

 

08 - IMACULADA CONCEIÇÃO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA.

Peçamos a Maria, concebida sem pecado, que nos torne imaculados.(S 194).

 

09 – Oh! Quanto maior bem tem sido feito nas Congregações religiosas justamente porque os Fundadores, seja pelas regras, seja pela sensatez dos superiores animados pelo seu espírito, souberam moderar com sabedoria os impulsos de zelo de cada religioso. (L 176).

 

10 – De vossa parte, fazei tudo o que puderdes para vos manterdes sempre com a vontade firme de servir unicamente a Deus, e Ele vos concederá vitória sobre todos os vossos inimigos. (S 355).

 

11 - Um único bom propósito, fecundado, bem examinado, enriquecido, sempre lembrado, serve a vida toda para fazer o bem. (S 35).

 

12 - A repugnância ao bem é um efeito da nossa natureza que nos impele ao mal, e tu sabes que temos três inimigos constantemente em guerra contra nós: o demônio, o mundo e a carne; ninguém pode escapar de suas perturbações; mas também ninguém, que esteja unido a Deus, poderá ser vencido. (L 88)

 

13 - Faz todos os teus trabalhos com o desejo no fundo do coração de colocar neles todo o fervor de que és capaz, e não te espantes com a repugnância (que não se deve confundir com a falta de entusiasmo) que podes experimentar mesmo nas ações mais santas; ou melhor, ao concluí-las, dá graças ao Senhor, por teres, na tua miséria, conseguido fazer tanto, graças à sua ajuda. (L 88).

 

14 - Reaviva a fé naquele que, recomendando-nos de fazer o bem, depois sempre se alegra até mesmo com o desejo de o ter feito. (L 88).

 

15 - Diz ao Senhor: Eu sou inteiramente vosso, e não quero outra coisa senão que em mim seja feita a vossa santa vontade: ainda que à custa de sacrifícios, ainda que eu seja privado de consolações, ainda que repleto de aflições, estou pronto para tudo, Senhor: fazei de mim o que quiserdes. (S 237).

 

16 – Marquemos, passo a passo, o nosso progresso espiritual, sem nunca desanimar com as nossas quedas: ergamo-nos sempre com coragem, retomando novas forças para prosseguir a caminhada em direção ao Céu. (S 210).

 

17 - Humilha-nos muito dever admitir que sempre recaímos nos mesmos defeitos e que, nas mesmas circunstâncias, não conseguimos vencer a nós mesmos, mas essa humilhação já nos serve de punição. (S 202).

 

18 - O nosso arrependimento seja calmo e tranquilo, de modo que, ao nos fazer tomar consciência do mal que fizemos, nos dê ânimo para voltarmos ao bom caminho. (S 202).

 

19 - Ao cair em alguma falta, procuremos levantarmo-nos logo, mas não nos apoiemos em nossas forças, que não nos poderiam sustentar, mas naquela mão piedosa que Deus nos estende com tanto carinho. (S 203).

 

20 - É natural que sintamos vergonha de nossas faltas e, depois de uma queda, quase já nem ousamos mais dirigirmo-nos a Deus. Enchamo-nos de coragem! Deus é tão bom!... Aquele Jesus que, esquecendo as ofensas dos apóstolos, levou-lhes a paz depois da sua ressurreição, trará a sua paz também ao nosso coração humilhado e angustiado. (S 205).

 

21 - Não nos amedronte o pensamento da nossa insignificância; ela deve ser para nós motivo de maior confiança naquele que se constituiu suplemento a tudo e a todos. (L 8).

 

22 - Coisa maravilhosa é o correio! Ele nos une em espírito às pessoas mais queridas; ele nos proporciona momentos divinos; oferece-nos ocasião de trocar, a nosso bel prazer, suaves e ternas palavras de amizade; oferece-nos os meios para transmitir todos os sentimentos e todas as pulsações do nosso coração. (L 3).

 

23 – Oh! Sirvamo-nos desta divina mensageira, que é a correspondência; sirvamo-nos dela para comunicar reciprocamente as alegrias e as dores, para rir e para chorar juntos, para colocar em comum nossas esperanças e nossas preocupações, para nos corroborar, com encorajamento recíproco, no árduo caminho da virtude. (L 3).

 

24 – Façamos uns aos outros votos de Feliz Natal e Feliz Ano Novo, mas deixemos que o Bom Jesus os realize naquele modo e naquela medida que ele sabe serem mais convenientes para a sua glória e para o nosso proveito espiritual. (L 244).

 

25 - NATAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO.

Queremos que seja ouvido o desejo no qual redundam todos os demais: "Salvator noster, salva nos: Salvador nosso, salvai-nos!" (L 244).

 

26 - SANTO ESTÊVÃO - ANIVERSÁRIO DE NASCIMENTO E DE BATISMO DE SÃO JOSÉ MARELLO (1844).

Desejo-lhes uma palma gloriosa no Paraíso, num trono bem próximo à nossa Mãe, Maria Santíssima e ao nosso amável padroeiro São José. (S 359).

 

27 - Amemo-nos. São João Evangelista, velho e incapacitado para o ministério, fazia-se carregar nos braços pelos discípulos e não se cansava de repetir estas palavras: "Diligite vos alterutrum, ut salvemini: Amai-vos uns aos outros para que possais salvar-vos!" (L 8).

 

28 - Peçamos aos Santos Inocentes para que nos alcancem a graça de padecer aquele martírio lento, de cada dia, que nos causa o amor próprio ferido. (S 196).

 

29 - O menino Jesus segura em suas mãozinhas muitas pequeninas cruzes que deseja distribuir aos seus adoradores mais queridos; aceitemos também nós a nossa parcela. Essas cruzes, colocadas ao lado da sua, não são mais cruzes, porque Jesus as torna doces e suaves com o seu amor inefável. (S 217).

 

30 - Associemos ao abundante, precioso e real derramamento de sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo o pobre derramamento místico do nosso sangue que jorra do coração nas horas de sofrimento; e este, que é pobre, insignificante e miserável, se tornará rico, abundante e precioso aos olhos de Deus. (S 230).

 

31 - Desejo a todos vocês uma coroa resplandecente de pérolas preciosas, trabalhadas aqui na terra no crisol do sofrimento e da provação. E faço votos que ninguém falte ao encontro feliz onde todos nos encontraremos aos pés do Altíssimo para cantar o hino de louvor eterno e de eterna gratidão. (S 359).

 

 

 

 


 

BIOGRAFIA DE SÃO JOSÉ MARELLO

 

Bispo de Acqui
Fundador dos Oblatos de São José

 

            José Marello nasceu em Turim (Itália) no dia 26 de dezembro de 1844. Transcorreu a sua infância em San Martino Alfieri (Província de Asti). Chamado de maneira extraordinária por Nossa Senhora para se consagrar a Deus e ao próximo, entrou no seminário de Asti e se tornou sacerdote no dia 19 de setembro de 1868.

            Viveu intensamente o seu sacerdócio, preocupando-se com a formação moral e religiosa da juventude e com a ajuda ao clero local no ministério sacerdotal.

            Com essa finalidade, fundou em Asti, no dia 14 de março de 1878, a Congregação dos Oblatos de São José e a ela propôs como modelo de vida o Guarda do Redentor “na sua relação íntima com o Verbo Divino” e “na preocupação com os interesses de Jesus”.

            Sagrado bispo de Acqui no dia 17 de fevereiro de 1889, empregou suas energias fazendo o bem à diocese, procurando ser o próximo de todos, particularmente dos pobres e dos humildes.

            Morreu em Savona no dia 30 de maio de 1895, vítima do seu espírito de serviço e da sua ilimitada caridade.

            Em 1978, o Papa Paulo VI reconheceu o heroísmo das suas virtudes e o declarou Venerável.

            Em 1993, após ter reconhecido como milagrosa a cura do clérigo A.F., obtida pela intercessão do Marello, o Papa João Paulo II o proclamou Bem-aventurado.

            Depois do reconhecimento de um novo milagre, em favor de duas crianças de uma aldeia distante (Ranquish) nos Andes do Peru, o mesmo Papa João Paulo II inscreveu José Marello na lista dos Santos da Igreja no dia 25 de novembro de 2001, Festa de Cristo Rei.

            A Igreja celebra a lembrança de seu nascimento para o céu no dia 30 de maio de cada ano.

 

BIBLIOGRAFIA ESSENCIAL

I – EM LÍNGUA ITALIANA:

 

CORTONA, Giovanni Battista: Brevi Memorie della Vita di Mons. Marello, Asti, Tipografia S. Giuseppe (TSG) 1920, pp. 115.

RAINERO, Ângelo: Uma perla di Vescovo, Asti, TSG 1929, pp. 340.

RAINERO, Ângelo: La Via della Perfezione: Allá scuola del servo di Dio Mons. Giuseppe Marello, 2 volumi, Milano, Tipografia Madonna dei Poveri (TMdP) 1940, pp. 1062.

RAINERO, Ângelo: Ammaestramenti del servo di Dio Mons. Giuseppe Marello, Milano, TMdP 1964, pp. 96.

PASCOLO, Mario: La bontà há um nuovo martire, Mons. Giuseppe Marello, Asti, TSG 1973, pp. 557.

SISTO, Giovanni: Io Sottoscritto Povero Peccatore, Torino, Marietti 1979, pp. 190.

PASETTI, Mario: Lettere del Ven. Giuseppe Marello, Asti, TSG 1979, pp. 490.

PASETTI, Mario: Scritti e Insegnamenti del Ven. Giuseppe Marello, Asti, TSG 1980, pp. 380.

Ven. Giuseppe Marello, Apostolo dei Giovani e Fondatore degli Oblaati di San Giuseppe, Asti, TSG 1991, pp. 112, a colori.

VERNA, Mariângela e CITERA, Gennaro: Giuseppe Marello. Una vita per Dio e per i fratelli, Asti, TSG 1993, pp. 32.

RISSO, Paolo: Il Beato Giuseppe Marello, Casale Monferrato, Piemme, 1993, pp. 302 + 98 di fotografie.

RISSO, Paolo: Il Beato G. Marello, Asti, TSG 1993, pp. 454.

DALMASO, Severino: Biografia del Beato Giuseppe Marello, 3 volumi, Città del Vaticano, Libreria Editrice Vaticana 1997, pp. 2384 complessive.

RAINERO, Ângelo: Briciole d´oro. Itinerário ascético-spirituale. Um anno com gli insegnamenti di San Giuseppe Marello, Cinisello Balsamo, Edizioni San Paolo 2001, pp. 128.

LASCONI, Tonino: Intervista in Paradiso. Giuseppe Marello um santo per l´oggi, Edizioni San Paolo 2001.

 

II – EM LÍNGUA PORTUGUESA:

..................

ÍNDICE TEMÁTICO

O número arábico indica o dia;
O número romano indica o mês.

 

Abandono 26, I

Abnegação 18, IX

Abraão 13.30, VIII

Afabilidade 2.3, VI

Afetos, afeto 11, I; 9, II; 21, V

Aflição de espírito 12, IX

Aflições 15.20, XII

Agradecimento 17, X

Ajuda divina 2, VIII

Álbum 6, XII

Alegria, alegrias 5, IX; 11.13, VI; 6-9, IX; 12, XI; 2.23, XII

Alunos 22, III

Amizade 22, XII

Amor próprio 18.26, I; 8, VI; 4, VIII; 16.19, IX; 29, XI; 28, XII

Amor 17.18, IX; 29, XII

André (Santo) 30, XI

Anjos 11, I; 12.14.20.28, V; 2, VII; 12, IX; 2.20, X

Anjo do perdão i8, IV

Anunciação 25, III

Apego 11, VI

Apostolado 12, IV

Apóstolos 6, X; 20, XII

Apreensão 17, I

Aridez de espírito 15, IV

Armas (espirituais) 3.9, II

Arrependimento 18, XII

Arrogância 22, XI

Aspecto agradável e sereno 6, IX

Aspiração ao céu 23, I

Atividades 1, V

Augúrios (votos) 24.25.26.31, XII

Aurora boreal 22, X

 

 

 

Barrar o mal 2, IV

Batalha 8.9.10, II

Blasfêmias 2, VII

Boas obras 7, IV

Bondade 3, VI

 

 

 

Calar 21, IX

Calvário 17, VI

Caridade 9.29, IV; 4.6.7.29, VI; 20, VII; 24, VIII; 27, IX

Carne 29, I; 12, XII

Catecismo 27.28, IV

Cavaleiros da Idade Média 6, II

Céu 16, I; 21.23.30, V; 10, VI; 1.4.13, VIII; 7.14.19, IX; 2.3.12, XI; 16, XII

Civilização nova 31, VIII

Coeficiente infinito 30, VIII

Combate 7, I; 28, V; 3, VII; 25.25, VIII; 12, XI

Combinação 31, VIII

Compaixão 12, V

Competição (santa) 23, IX

Complicação 9, X

Comunhão dos Santos 7, II

Confiança 15, I; 18.24, II; 17, III; 4.5, V; 3, VII; 2, VIII; 4, IX; 20, X; 21, XII

Conformidade 18.26, I; 27, III; 6, VII; 3, VIII

Congregação 27, II; 23, VII

Congregações 9, XII

Consolações 15, I; 21.28, II; 14,18,19,20, VI; 13, VIII; 9, XI; 15, XII

Contentes com tudo 9, IX

Contradições 29, I; 20, II

Conversação 20.21, XI

Convicções 19, VIII

Coragem 7.8, I; 5.8, II; 22.23, VI; 13, VIII; 2, X; 20, XII

Correio 22.23, XII

Corrigir (outros) 8, VI

Consciência 25, I

Coisas pequenas, c. ordinárias 21, I; 25, IX; 14.20, XI

Coração de Jesus 1, VI; 1, VII

Cottolengo (Santo) 30, IV

Crianças 7, IV

Cristianismo 30, VI

Cruz, cruzes 29, I; 12.13, V; 14, IX; 30, XI; 4.29.XII

Curiosidade 11, II

 

 

 

Dante 27, VIII

Decadência moral 21, VIII

Defeitos 2.17.19.20, XII

Demônio, diabo 27, I; 13, IV; 15.19, VII; 11.29, IX; 24, XI; 12, XII

Deo gratias 12, X; 5, XI

Desânimo 3, XI

Desapego das coisas 26, I3, II

Desolação 12, XI

Desordem de afetos 26, I

Dever 11, I

Devotos, devoção 17.19, V

Diapasão moral 11, VII

“Dinheiro” 11, X

Diretor de consciência 15.16, VII

Distrações do mundo 18, IX

Doçura I, VI; 4, VIII; 29, XII

Doentes 7, IV

Dom de Deus (Maria) 15, V

Dor 12.13, V; 23.31, XII

Doutrina de Jesus Cristo 7, VII

Doutrina do sacerdote 28, I

Dúvidas 24, II

 

 

 

Egoísmo espiritual 23, IX

Encontro 31, XII

Energia 16, XI

Entusiasmo 18, VIII

Escrúpulos 4, IX

Esmolas 16, IX

Esperança 15, II; 29, IV; 4, VI; 3, VII; 9, XI; 23, XII

Espírito 29, I; 4, II

Espírito de Jesus 28, I; 3, VI

Espírito Santo 4, I; 8-14, VI; 8.24.25, X

Esposa (de São José) 25, III

Exemplar 24, I

Experiência 21, VII; 5, XII

Eucaristia 17, IV; 6, VIII

 

 

 

Família de São José 18, III

Fé 6, I; 18.25, II; 4.13.29, VI; 4.24, VIII; 29, IX; 10.14.23, X; 3.5.13, XI; 14, XII

Fervor 13, XII

Fidelidade a Deus 21, I

Filipe Néri (São) 26, V

Finados, falecidos 2, XI

Fluídos 30, I; 22, VIII

Fome e sede de justiça 3, II

Força 29, I; 2, VI; 23, VIII

Forças 22, IV

Fraqueza 22, I; 13, VI

 

 

 

Generosidade divina 7, VI

Glória de Deus 18, I; 23, VI; 30, IX; 7, XI

Graça, graças 20, I; 23.25.30, III; 8.12.28, V; 25, VII; 26.28, X

Grandes inteligências 20, VIII; 5, X

Gregório de Nazianzo (São) 1, I

Gregório VII (São) 31, VIII

Grelha, grade 9.27, VIII

Guarda 23, XI

Guarda de Jesus 21, III

 

 

 

Hábitos 13.17, I

Homens de caráter 20, VIII

Humilde, humildade 11.12, II; 21.26, III; 29, V; 9, IX; 9.22.23.25-27.29, XI; 2.17.20, XII

 

 

 

Igreja 11.18, I; 3, II; 22, IV; 16, V; 28, VI; 3, VIII; 18, XI

Igualdade 4.6.7, XI

“Imitatores mei” 7, IV

Imperfeições 10, I

Impiedade 2, VII

Inclinações desordenadas 17, I

Indecisão 17, XI

Independência 26, VII

Inês (Santa) 21, I

Inquietações 11, IX

Insignificância 21, XII

Inspirações 13, I; 24, III; 13, VI

Interesses (do mundo) 4, VII

Interesses de Jesus 24, III; 5, IV; 19, VII

Interesses da Igreja 23, IV

Interesses individuais 23, IV

Irmãos (Oblatos) 24, VII

 

 

 

Jesus C.13, I; 2.3.29, IV; 12.16.20, V; 11.14-17.22.23, VI; 16, IX; 12, XI; 1.4.20.24.29.30, XII

João (São) 6.27, V; 27, XII

José (São) 11.13, I; 1-31, III; 24.29, VII; 8, IX; 26, XII

Juízo (eterno) 20, I

Juventude 2.3, IV

 

 

 

Leitura, livros 8-12.14.15, VII

Linguagem dos Santos 6, III

Louvores de Deus 16, IV

Lourenço (São) 27, VIII

Luiz Gonzaga (São) 21, VI

Luta 8.17.18, I; 3.4, II; 12, VIII; 3.18, XI

Luz 21.22, X; 2, XI; 7, XII

 

 

 

Mãe de Deus e nossa 1, I; 31, V

Mal (odiar) 12, I

Maldade 1, IX

Maria SS. 1.11.13, I; 11, II; 25, III; 2-25.27-29.31, V; 29, VII; 8.26, XII

Martírio 4, II; 13.14, XI; 28, XII

Mau humor 20, IX

Meditação 13.14.24, VII

Mérito, méritos 5.15, I; 4, IV; 28, V; 7.20, VI; 31, VII; 14, XI

Mestre (divino) 29, I

Mestres (espirituais) 3, I

Meta 16, VIII

Ministério, ministros 11, III; 11.19, IV; 27, VI; 6, VII; 18, IX; 18, XI; 27, XII

Misericórdia 13, II; 17, IV; 17, X; 2, XII

Missão 29, I; 8, IV; 7, VII

Modelo 1, II; 11.28, III; 11, VII

Monges 6, X

Morte 13.15, VIII; 14, XI

Mortificação 9, I; 3, II; 28, V; 14, VIII; 25, X

Mulher 21, VIII

Mundo 17, II; 1-5, VII; 13.15, IX; 14, X; 18, XI; 12, XII

 

 

 

Natal 24, XII

Negligência 26, I

Noz 16, XI

 

 

 

Obediência 17-31, VII

Obras de Deus 15, II

Oração 5.19.22, I; 3.4.21.22, II; 19.20, III; 11-19.23.24, IV; 28, V; 6, VII; 16, IX; 1.25, X; 6, XI

 

 

 

Paciência 3.27, IX; 14, XI’

Paixão, paixões 21.22, IX

Palavra 6, IV

Palma (vitória, martírio) 8.21, I; 30, V; 13.14, XI; 26.28, XII

Paraíso 29, I; 21.26, V; 20, VI; 1.31, VII; 4.14, VIII; 1, IX; 26, XII

Paulo (São) 30, VI

Paz 13, VI; 7.10.12, XI; 20, XII

Pecado 12.20, I; 8, XII

Pedro (São) 21, III

Penitência 3, II

Pequenas virtudes (de Maria) 11, V

Perdão 12, I; 2, XII

Perfeição 5.25, I; 3, VIII; 6.25, IX

Perigo (espiritual) 22, V

Perseverança 15, XI

Piedade 25, IV; 7, VI

Planos (divinos) 11, IV

Potencial humano 29, VIII

Práticas espirituais 26, I

Pregador, pregação 7.8, IV

Prêmio 12, VIII (v. recompensa)

Preocupações 1.14.26, I; 10, X

Presença de Deus 4, I; 14, II; 13, VII

Primeiro passo 25, I

Propósito, propósitos 5.10, I; 11, VII; 25, VIII; 11, XII

Providência 4, III; 10.23, X

Provação 31, XII

Prudência 16, II; 23, VI

Purgatório 13, VIII

Pureza 28.29, V; 5, VII; 22.23, XI

Pureza de intenção 6, VII

 

 

 

Rainha das dores 12, V

Recolhimento 1, X

Recompensa 12, I; 6, IV; 30, VII; 2, VIII; 3, XI

Reconhecimento 17, I; 18, II; 1.2.31, XII

Recurso 20.21, IV

Regras (religiosas) 9, XII

Rei da glória 15, VI

Reino de Deus 26, IV

Religião 25, VI

Renovação 12, I; 13, II; 24, VIII

Reparação 17, VI; 2, VII

Repugnância 12.13, XII

Resignação 15.18, I; 21-23, II; 19, X

Ressurreição 3, VII; 1, XI; 20, XII

Reta intenção 27, IX; 28, XI

Riquezas 17, II

Roma 18, XI

Roubos sacrílegos 16, VI

 

 

 

Sacerdote, sacerdócio 28, I; 20, IV; 29, VI; 13, IX

Sacrário 16, VI

Sacrifício 9, I; 28, II; 28.29, VII; 4.12, VIII; 15, XII

Sacrifício da vida 13, XI

Sangue de Jesus 30, XII

Santa Família 12, I

Santidade 18, V; 3, VI; 17, VII; 31, X

Santo egoísmo 24, IX

Santos 31, I; 10.31, X

Santos Inocentes 28, XII

Santos Protetores 20, V

Santos Padres 19, V

Saúde, salvação 20, I; 17.27, X

Segredo, segredos 9, IV; 23, X

Serafim do céu 21, VI

Serenidade de espírito 26, V; 11, XI

Serviço de Deus 1, V

Silêncio 15, II; 26, III; 9, V; 24, VI; 1.3.5, X

Simplicidade 4, I; 5, VI; 7.10, X

Simplificação 8, X

Sofrer 31, I

Sofrimento 15, VIII; 15, X; 12.14, XI; 30, XII

Soldados de Jesus Cristo 23, VI

Solidariedade no bem 20, IV

Submissão 23, VII

Superiores 8, IV; 25, XI; 9, XII

Súplica 19, IX

Suportar 22, I

 

 

 

Temores 23, XII

Tempo 12.26, I; 16.27, X

Tentação 12, IX; 26, XI

Teresa (Santa) 7, I; 9, III; 15, X

Trabalho 28, VIII

Trabalhos modestos 21, III

Tranqüilidade 27.29, III; 22, V; 8.11, XI; 18, XII

Transfiguração 6, VIII

Transigência 26, VI; 25, VIII

Tribulações 11, VIII

Tristeza 14, I; 2, IX

Tudo coopera para o bem 26, II

 

 

União, unidade 16, I; 19.21, IV; 4.5, VI; 20, VII; 6.15, VIII; 15, X; 21, XI

 

 

Valor de um momento 20, I

Vaidade 26, I

Vantagem (proveito) espiritual 24, XII

Vergonha 20, XII

Vida cristã 17, VII

Vida espiritual 7, III; 4, IX

Vida interior 7, III

Vida dos santos 11.22, VII

Vigiar 28, V

Violência (dentro de si) 7, I

Virgem, virgindade 11, III; 27-29, V

Virtude 6.17, I; 27, III; 3.8.10.11.28, V; 21, VI; 23.26, IX; 24.25, X; 20, XI; 23, XII

Vitória, vencer 17, I; 5, V; 14.28, X; 12, XI; 10, XII

Viver o dia a dia 8, VIII

Vontade 2, II; 28, V; 18.27.28, VIII; 28.29, X; 10, XII

Vontade de Deus 2.27, II; 24, IV; 3.5.7.8, VIII; 5, XI

 

 

Zelo 3.5, II; 15, XI; 9, XII

 

 

OS OBLATOS DE SÃO JOSÉ NO BRASIL

 

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