Apostolado Juventude Vocacional

São José Marello e a Juventude

O nosso Santo Fundador durante a sua vida teve um olhar para a juventude. Seu empenho pela formação da juventude foi uma das características marcantes de sua ação pastoral. Em uma das suas cartas pastorais dedicou aos jovens: “Talvez nunca, como em nossos dias se tenha falado tanto dos cuidados devidos à juventude. Para ela se dirigem os pensamentos, para ela a mais assídua solicitude, como objeto de grande e sérios temores e de não menores esperanças”[1].

São José Marello intuiu que a força da juventude precisa ser canalizada para aquisição de valores que favoreçam o amadurecimento da mente e do coração. Visando este objetivo o nosso fundador enfatiza em primeiro lugar a formação humana dando destaque para formação da força da vontade, da criatividade e do intelectual.

Podemos sintetizar a pedagogia de São José Marello nos seguintes pontos[2]:

  • Ele parte do contexto histórico – Procura conhecer os jovens e os adolescentes com suas potencialidades e fragilidades. Um olhar voltado para o tempo presente;
  • Um olhar de fé – Ele acredita que sem a visão de Deus e da fé não temos condições numa pastoral ou educação da juventude;
  • Unidade na educação: Prioriza a formação integral da juventude;
  • Formação do Coração e da Mente;
  • Valorização da família e dos educadores.

 

Por essa razão os Oblatos de São José tem por finalidade  a educação da juventude e procuram seguir as palavras do nosso santo fundador: “Trabalhe, trabalhe pela melhora da juventude; também o pouco é algo, e impedir o mal já é, nos nossos dias, um grande bem”. (MARELLO, 5 Fevereiro  1869, L. 30).

Jovem Marello

Sem Título-1

O jovem Marello (1844-1895) viveu no ciclo histórico da unificação da Itália. É perceptível como ele traz em si a formação deste momento; Mas, foi na sua juventude, durante seu processo de formação e busca de afirmação como pessoa que veio mais à tona. Sua experiência educacional se deu aí – “a escola que ele frequentava naquele período era dos modelos escolares do norte da Itália [...] preparar os jovens para o mundo industrial que estava nascendo naqueles anos”, escreve Dalmaso. Pois, “a educação é uma das formas mais fáceis de transmitir uma ideia ou de formar as pessoas numa linha de pensamento e, de certa forma, até mesmo manter algum tipo de interesse, principalmente aquele que diz respeito ao Estado”, explica Scapini.

Em suas cartas juvenis, o Marello explicitava criticidade ao momento que viveu e preocupação com sua pátria e a relação com a Igreja e a vida eclesial. Suas cartas do período de seminário “revelam um jovem forte, cheio de entusiasmo, inteligente e preocupado com seus amigos, tanto que em diversos momentos dava conselhos e os encorajava. [...] é possível notar o amadurecimento e a sua vontade em seguir seus sonhos de vida”, segundo Bandinu e Santiago. Vale destacar aqui o fato de sua redação sobre Vitório Alfieri, feita para o amigo, que ganhou premiação, mas não quis que divulgasse que foi de sua autoria. Destacava-se em ciências exatas, foi projetista e desenhava bem.

Dois aspectos são importantes para entender o Marello: era uma pessoa de grande personalidade, inteligência, com boa formação advinda da casa dos pais e entendamo-lo como um protagonista diante dos grandes movimentos da época. Ou seja, sua boa formação e o desenvolvimento de um projeto de vida com bases no seu momento histórico – formação sólida e capacitação. Encarou os problemas e respondeu às necessidades do seu tempo. “Portanto, por ser um homem proativo (numa linguagem mais atual), que procurou fazer algo para responder aos problemas de sua época é que se pode falar de uma pedagogia marelliana”. Esta pedagogia se dá pela preocupação que o Marello tinha pelo outro, pelo seu próximo. Ele acreditava no ser humano e proporcionava condições para que este crescesse.

“Talvez por isso ele tenha se preocupado tanto em criar os grupos de catequese para dar formação aos trabalhadores, esboçou a Companhia de São José e mais tarde fundou a Congregação dos Oblatos de São José, escreveu muitas cartas de incentivo a seus amigos, buscou sempre dar bons conselhos aos que a ele se achegavam, escreveu uma carta importante sobre a educação dos filhos, etc”.

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São José Marello  tinha ideais na vida que eram para a promoção do ser humano na liberdade, querendo tornar “o mundo um ambiente mais habitável e desejado de ser vivido”.

Scapini diz que “a principal chave para ter um entendimento melhor da pedagogia marelliana, é olhar a vida do Marello, ou seja, perceber que a sua maior preocupação foi levar às pessoas e às comunidades onde ele exercia sua função a melhora nas relações familiares, o encontro do ser humano consigo mesmo e como o transcendente, o apoio com por meio de seus conselhos, além da sua preocupação em formar as pessoas pelo coração e cidadãos comprometidos com os valores cristãos”. Percebemos que o Marello foi um homem culto e de grande conhecimento intelectual. Que à luz da fé e por esforço próprio viu, julgou e agiu respondendo às necessidades da sua realidade. “O Marello não deixou um legado pedagógico, mas mostrou o caminho de como fazê-lo.” Que os educadores sejam agentes de transformação e tenham como causa a vida autêntica a todas as pessoas, como foi o Marello.

Identidade do jovem Josefino

 O jovem josefino está inserido em nossas obras sociais, escolas, faculdades e paróquias que recebe de uma maneira direta ou indireta o legado espiritual e humano de São José Marello.

O jovem josefino tem como centralidade os ensinamentos de Cristo, seguindo as atitudes de São José que viveu de maneira disponível e total aos interesses de Jesus. O legado espiritual de São José Marello leva o jovem josefino  a viver uma espiritualidade focada nas seguintes atitudes:

  • O jovem Josefino deve viver "o mistério cristão como o viveu S. José"(C. 3)  e o "serviço de Deus na imitação de S. José" (L. 236).
  • Viver o tempo presente: não deixar para amanhã o que podemos fazer hoje. Não adiar o nosso compromisso com a ação de Deus que manifesta diariamente.
  • Cuidar dos interesses de Jesus: São José foi disponível e aberto para cuidar das necessidades de Jesus e de Maria. Um jovem josefino busca em sua realidade perceber os apelos de Deus, contribuindo para a construção do Reino de Deus.
  • Ser extraordinário: São José Marello nos ensina que é necessário ser extraordinário nas coisas ordinárias, ou seja, precisamos fazer as coisas simples do dia a dia.
  • Acreditar na providência de Deus: O nosso fundador deixou como legado espiritual aos seus filhos a força da providência de Deus que age plenamente nos corações daqueles que confiam em sua ação misericórdia para aqueles que estão ao seu dispor e serviço.
  • Estar unido a Deus: Um jovem josefino aprende que é necessário antes de tudo estar unido a Deus através da oração diária, da direção espiritual e de uma boa catequese.
  • Laboriosidade: O jovem aprende a desenvolver as próprias habilidades e capacidades e no segundo momento como servir o próximo com suas potencialidades.
  • Responsabilidade: é uma virtude necessária para desenvolver qualquer apelo de Deus e humano. Sem esta capacidade o jovem josefino não cresce e nem desenvolve a mente e o coração.
  • Silêncio: São José viveu plenamente no silêncio que significa ter a capacidade de escutar a Deus e ao próximo.
  • Humanidade: Antes dos ideais espirituais é necessário educar os elementos mais comuns de um jovem como afetividade, a cultura, as crises e as amizades.

A vivência de um jovem josefino

Jovem Missionário

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O jovem josefino é um cristão acima de tudo que tem dentro de si talentos e dons que está a serviço das necessidades daqueles que estão a sua volta.  Ele vive através da missão o aspecto de cuidar dos interesses de Jesus.

Jovem ligado nos sinais dos tempos:

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É uma atitude necessária para realizar a vontade de Deus e também cuidar dos interesses de Jesus. Um jovem josefino a exemplo do seu fundador desenvolve sua ação pastoral a partir dos gritos da realidade juvenil

Jovem Protagonista

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O jovem josefino deve ser protagonista não apenas nas atividades e formações, mas principalmente no que diz respeito a sua vida. É uma pessoa que busca formação e é critico aos assuntos que estão a sua volta.

Jovem que tem um projeto de vida

O fato de ser protagonista requer do jovem josefino um projeto de vida iluminado pelos critérios cristãos, pelos apelos da realidade e até mesmo o autoconhecimento. Por isso um projeto de vida é indispensavel

Jovem que vive em comunidade

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Dentro das obras, escolas, faculdades ou paróquias o jovem josefino vive em comunidade através dos grupos de base ou experiências pastorais ou de movimento ligados aos Oblatos de São José.

 

Jovem a serviço da Igreja local

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O jovem josefino inserido numa comunidade percebe também que é importante contribuir com a Igreja Local (Diocese). Propõe projetos ou atividades que visam contribuir com outros grupos e movimentos juvenis.

Breve Caminho Espiritual do Marello [4]

O caminho espiritual de São José Marello não surge do acaso, mas é fruto de experimentação, de cultivo e empenho. Marello desde os anos da infância já cultivava em seu coração a oração, o desejo de uma vida espiritual.

Ainda criança, por ser órfão de mãe, Marello assume por mãe Maria a mãe de Jesus, Nossa Senhora da Consolação ou Nossa Senhora das Dores, se confia aos cuidados da terna mãe. Sua devoção a Maria era tão grande que foi em um santuário dedicado a ela que Marello sente o seu chamado vocacional. E não para por ai, também foi desde menino que Marello cultiva a devoção a figura de São José, primeiro por ter ele o mesmo nome do santo, mas depois por entender a vida de São José como modelo a ser seguido, São José não é mero protetor para Marello, mas é inspirador de um jeito todo próprio de se seguir Jesus Cristo, tanto que mais tarde funda a Congregação dos Oblatos de São José que procuram viver o mistério cristão assim como viveu São José, na humildade, na união com Deus, no escondimento e no abandono a Divina Providência.

Esses dois grandes santos abrem caminhos para a vida de oração de Marello como também definem o modo como ele vai trilhar a estrada do seguimento de Jesus Cristo. E é desta relação de São José Marello com Maria e São José que brota a espiritualidade hoje conhecida como “Josefino-Marelliana”, nasce da experiência de fé de Marello um grito para a santidade, e o momento presente é então para São José Marello como que o ponto de partida para esta aventura! Assim disse Marello em 1867: “Nunc coepi, meu Deus, meu Jesus, minha Mãe Maria, meu protetor São José, meu Anjo da Guarda! Nunc coepi: deixarei de lado o uniforme da minha falta de dever. Nunc coepi: por-me-ei na estrada do Céu, sob as inspirações que, de lá, me fareis resplandecer” [5].

[4] Texto do Frei Rafael Lima Silveira, OSJ
[5] São José Marello. Scritti 19.

Orando com Marello

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Em nossa vida de oração perdemos muito tempo em procurar definir qual seria o momento necessário, ou mesmo, qual seria o melhor momento para começarmos a nossa oração. Desgastamo-nos demais na procura do instante certo, ou nem nos desgastamos coisa alguma, mas por mera preguiça e desculpas esfarrapadas maquiamos nossa falta de abertura as coisas espirituais, com justificativas de que não sabemos iniciar uma oração, como se de fato fosse tão difícil assim falar com Deus.

Marello não se dá o luxo de encontrar o momento propício, pois para ele o momento presente é o instante da graça. Esse presente dado por Deus é uma oportunidade de encontro com Ele. Assim ao nos perguntar, qual seria o melhor momento para se entrar em diálogo com Deus pela oração, Marello serenamente nos diria como de fato já o fez em uma de suas cartas, conhecida como Lettera 26: “In nomine Domini Nostri Jesu Christi: agora!”

São José Marello inicia o seu caminho espiritual com o agora, buscando viver intensamente o momento presente, administrando-o e vivendo-o bem por toda a vida. Em 1867 no final deste ano escrevia: “O tempo é um tesouro que hoje tem um valor incalculável, amanhã não mais. Precisa logo valorizá-lo com a moeda das boas ações... Somos donos do tempo? não; do futuro? Não; do passado? Não; do tempo presente? Sim, mas a uma condição: que o possuamos logo”.[6] Viver bem o momento presente é por a nossa mão na mão de Deus: é viver a experiência do abandono em Deus.

[6] São José Marello. Scritti 28.

Nesta perspectiva meu querido jovem, quando começar? Agora! Este hoje, este agora tem de ser para mim um momento de Deus. O presente é o único caminho de santidade, porque para os santos, como para São José Marello, Deus não tem passado e nem futuro. Deus é agora, é no presente! Viver na presença de Deus é viver com Deus aqui, agora, na terra.  É convidar Deus para vir morar no meio de nós e, ainda muito melhor, morar em nós. Viver a experiência de Deus na “experiência do momento presente Marelliano” é querer estar realmente com Deus agora e em todo instante.

 O PROJETO DE VIDA DE SÃO JOSÉ MARELLO [7]

Acreditar que a vida é uma grande construção, feita passo a passo, com uma meta fixa, foi o que orientou a vida de São José Marello. Ele projetou sua vida acreditando que seus atos no presente, teriam consequências no futuro. Marello foi um homem do tempo presente, ou seja, o seu projeto de vida passava pela necessidade de viver bem o hoje, para que o amanhã pudesse ser frutuoso.

Na vida de São José Marello, não encontraremos um projeto escrito, a não ser na sua volta ao seminário, quando esboçou uma regra de vida que seguiu depois de um período de experiências e algumas frustrações. O seu projeto de vida estava fundamentado em uma vontade firme de fazer sempre a vontade de Deus em sua vida. Isso fica claro quando ele diz a um de seus amigos: Quando, meu caro amigo, quando é que vamos começar de verdade? (...) em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, agora mesmo” (Carta 24) E sobre a atitude firme de recomeçar sempre ele continua: “Nunc Coepi! Agora começo, diziam os nossos grandes mestres que viveram antes de nós. Repitamo-lo também nós diante de Deus, com sinceridade e firmeza (Carta 36).

Outro ponto importante na caminhada de São José Marello é o fato dele ser uma pessoa focada em seus propósitos. Já é bem famoso e conhecido por nós o seu pensamento quando diz: “Quando a meta é fixa, abala-se o mundo e o céu venha abaixo, é preciso olhar para ela, sempre para ela” (Carta 10). Assim ele ensina-nos que o fato de temos claro aquilo que queremos e perseguimos como meta de vida, nos ajuda a termos a nossa história na mão, afinal, quando não sabemos onde queremos chegar, qualquer vento pode nos levar para qualquer lugar.

O fato de termos uma meta fixa em nossa vida não nos exime  de revermos sempre os caminhos com os quais chegaremos ao nosso objetivo. O Marello  teve que rever muitas vezes o seu projeto de vida, haja vista o fato que já mencionamos dele ter saído do seminário, e nesse período, o mesmo experimentar as incertezas que fazem parte também do nosso projeto de vida. José Marello deixou a vida de seminário e tentou ser um comerciante como seu pai, pensou em ser jornalista, ou até mesmo se engajar politicamente. Mas mesmo que às vezes os nosso projetos de vida sofram com as incertezas, o projeto de Deus para nossa vida é sempre claro, e foi isso que aconteceu com o Marello, por isso que ele nos exorta: “Precisamos ter paciência conosco mesmo”.

Sendo assim, percebemos claramente na vida de São José Marello uma abertura para a ação de Deus. Ele nos diz: “Conformidade total com a vontade de Deus: eis o grande meio para progredir no caminho da perfeição; mas, por sua vez, esse meio torna-se o fim (em) relação aos meios que devemos utilizar para obtê-la”. (Carta 52). E Ele continua: “Acima de tudo considera sempre que tu estás fazendo a vontade de Deus, alinhando a proa da tua embarcação para onde aponta o capitão do leme” (Carta 83).

Olhando rapidamente a vida de São José Marello vamos perceber que seu projeto de vida continua, e como diz uma música “está vivo entre nós”, uma vez que sua obra continua na pessoa de cada Oblato de São José, seus filhos espirituais, mas também em cada jovem josefino-marelliano, que se coloca numa trajetória de vida onde ele pode contemplar em seu projeto de vida algo que o próprio Marello vislumbrou.

Portanto nos coloquemos na Escola do Marello, como alunos aplicados que querem viver a mesma experiência de felicidade que ele próprio viveu, para que assim nós possamos dizer como ele: “Saber coordenar todos os nossos pensamentos, todos os nossos afetos, todas as nossas energias numa ideia fixa: viver nessa ideia, apaixonarmo-nos por ela... (Carta 9).

[7] Texto elaborado por Padre Jose Alves de Melo Neto, OSJ

Regra de Vida de São José Marello

  1. De manhã cedo, ao despertar: sinto uma lei na minha carne...São Paulo. Ao acordar oferecer todas as ações do dia a Deus. Rezar o hino “iam lucis” com a respectiva oração.
  2. Missa. Alguns pontos de meditação preparados impreterivelmente na noite anterior. Atenção nas orações. Ao entrar na Igreja esquecer-se de tudo e colocar-se a presença do Patrão excelso e santíssimo.
  3. Recolhimento na oração antes de toda tarefa. Regra de estudo, leitura das cartas de São Paulo, dos Provérbios, dos livros sapienciais. Nenhum pensamento inútil, nenhuma olhada ociosa durante as aulas.
  4. No almoço: recolhimento na oração antes da refeição e atenção à leitura.
  5. Durante o passeio semanal: as conversas devem ser humildes, ordenadas e prudentes.
  6. O terço deve ser rezado conforme o espirito da Igreja. Nenhum impulso de soberba, principalmente quando nascem ocasiões. Oração antes de dormir. Sumário escrito do dia. Leitura (livre) antes de dormir.
  7. Constância nos propósitos, perseverança, regularidade no estudo da teologia, direito canônico, e eloquência. Nunca ócio total. A mente trabalhe sempre e dê louvor e glória a Deus.
  8. Evitar falar das pessoas. Ao nascer das paixões egoísticas, falar sempre de coisas alheias. Nunca transigir! Possivelmente, mandar embora e prorrogar os pensamentos molestos que perturbam a tranquilidade de espirito. Sussurrar de vez em quando, no desconforto e na indecisão: “Tudo posso naquele que é a minha força”. Na presunção: “Somos servos inúteis”. Afastar de modo especial a exageração, mais ainda quando se torna presente o “eu”. Procurar dominar sempre a mente e o coração em seus respectivos movimentos.

Esta regra de vida foi aprimorada de forma decidida no dia 21 de janeiro de 1868, alguns meses antes da sua ordenação sacerdotal.

São José Marello, apóstolo da Juventude

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José Marello nasceu em Turim (Itália) em 1844. Inteligente, alegre, idealista. Tornou-se padre em Asti, dedicando seu ministério  em favor dos pobres e dos jovens. Escolheu São José como modelo de vida e apostolado. Em 1878 fundou a Congregação dos Oblatos de São José, família religiosa cujos membros dedicam-se à educação  da juventude nas paróquias, nas escolas e nas missões. José Marello morreu em 1895, quando era Bispo da Diocese de Acqui (Itália). Em 25 de novembro de 2001, foi proclamado santo pelo Papa João Paulo II.

Datas importantes  da vida de São José Marello

→ 24/12/1844 - José Marello nasce em Turim

→ 31/10/1865 - Entra no seminário em Asti

→ 19/09/1868 - É ordenado sacerdote

→ 17/02/1878 - Funda a Congregação dos Oblatos de São José em Asti

→ 17/02/1889 - É sagrado bispo

→ 31/03/1895 - Morre em Savona

→ 1923 – Transferência dos restos mortais para Asti.

→ 25/11/2001 - O Papa João Paulo II canoniza José Marello em cerimônia realizada na Basílica de São Pedro.

Oração a São José Marello 

Ó Deus nosso Pai, que destes a São José Marello a inspiração de imitar São José para melhor conformar a sua vida com a de Jesus Cristo, fazei que, seguindo seus exemplo de mansidão, humildade e incansável espírito apostólico, vivamos com alegria e constância os nossos compromissos cristãos. Por sua intercessão, concedei-nos a graça (faça seu pedido) que, para vossa glória, imploramos confiantes. Por Jesus Cristo, nosso Senhor Amém.


Organização  Geral
Pe . Bennelson da Silva Barbosa, OSJ

Colaboradores
Pe. Mario Guinzoni, OSJ
Pe. Hilton Carlos Soares, OSJ
Pe. José Alves de Melo Neto, OSJ
Irmão Ismael Giachini Frare, OSJ
Frei Rafael Lima da Silveira, OSJ
Frei Jose Antonio V. Ferreira, OSJ

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